| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 03/09/2021 | Grandes Lagos | 7,16 |
| 03/09/2021 | Oeste do Paraná | 7,20 |
| 03/09/2021 | Norte do Paraná | 7,66 |
Fonte: CEPEA
| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 03/09/2021 | Grandes Lagos | 7,16 |
| 03/09/2021 | Oeste do Paraná | 7,20 |
| 03/09/2021 | Norte do Paraná | 7,66 |
Fonte: CEPEA
| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 27/08/2021 | Grandes Lagos | 7,03 |
| 27/08/2021 | Oeste do Paraná | 6,96 |
| 27/08/2021 | Norte do Paraná | 7,63 |
Fonte: CEPEA
| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 20/08/2021 | Grandes Lagos | 6,89 |
| 20/08/2021 | Oeste do Paraná | 6,88 |
| 20/08/2021 | Norte do Paraná | 7,60 |
Fonte: CEPEA

Foi empossada a nova diretoria executiva da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), entidade de âmbito nacional que reúne os diversos elos da cadeia produtiva de peixes de cultivo, atividade responsável pela produção de 802.930 toneladas, o que posiciona o Brasil como o 4º maior fornecedor mundial de tilápia, além de importante produtor de peixes nativos.
A diretoria, que tem mandato de um ano (2021/2022), é composta por:
Presidente Francisco da Chagas Medeiros
Vice-Presidente: Felipe Torquato Junqueira Franco (Grupo BTJ Foods)
Diretor Internacional: Fernando Goncalves de Aguiar (C. Vale)
Diretor Tesoureiro: Luiz Eduardo Conte (Ammco Pharma)
Diretor Secretário: Ricardo Pereira Ribeiro (Peixe Gen)
Diretor de Relações Institucionais: Ricardo Neukirchner (Aquabel)
Constituída há apenas sete anos para contribuir para a organização, fortalecimento, defesa e valorização da piscicultura brasileira, a Peixe BR tem atuado proativamente em importante conquistas da atividade.
“Temos diversos desafios para o contínuo desenvolvimento da piscicultura no Brasil, como as questões ambiental e tributária, mas as oportunidades são inúmeras. Temos potencial para estar ainda melhor colocados entre os maiores produtores de pescado no mundo. Por isso, é fundamental ter uma entidade que lute pelo crescimento da atividade, contribuindo para a produção de peixes de cultivo com alta qualidade e de acordo com os mais rígidos padrões de boas práticas e segurança alimentar”, destaca Francisco Medeiros, reconduzido para mais um mandato como presidente executivo da Peixe BR.
| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 13/08/2021 | Grandes Lagos | 6,80 |
| 13/08/2021 | Oeste do Paraná | 6,81 |
| 13/08/2021 | Norte do Paraná | 7,51 |
Fonte: CEPEA

A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) articula com o Grupo de Estudos e Extensão em Inovação Tecnológica e Qualidade do Pescado (GETEP), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), e a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP/MAPA) a realização de inédito estudo sobre Rastreabilidade da Salmonella na cadeia de produção de tambaqui.
“É o primeiro trabalho no Brasil que visa solucionar um importante desafio sanitário do Tambaqui no país, com o objetivo principal de proporcionar segurança alimentar aos consumidores e possibilitar que o mais importante peixe nativo do Brasil acesse mais mercados internacionais”, ressalta Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.
O estudo é liderado pela Dra. Juliana Galvão, pesquisadora da ESALQ/USP, coordenadora do GETEP. “A salmonelose é uma doença transmitida por alimento, ocupando posição destacada no campo da saúde pública em todo o mundo pelas suas características de morbidade e, em particular, pela dificuldade de seu controle. A Salmonella spp. apresenta grande adaptação fisiológica, o que confere a esta bactéria condições de se desenvolver em ambientes associados às práticas aquícolas”, explica a profa. Juliana Galvão.
Ela informa que o estudo vai diagnosticar e rastrear ocorrências de contaminação por Salmonella na cadeia produtiva do Tambaqui, incluindo a identificação das operações e pontos críticos ao longo da cadeia produtiva – da água ao prato. “A partir do rastreio dos pontos críticos de contaminação será elaborado um Plano de Ação, incluindo estratégias, ferramentas e procedimentos a ser priorizados, promovendo ganhos de eficiência, qualidade e sustentabilidade da produção”, reforça a pesquisadora da ESALQ/USP.
“Essa é uma demanda importante dos produtores da Tambaqui associados à Peixe BR. A bactéria Salmonella é o principal desafio à exportação da espécie. Equacionando esta questão sanitária, nos tornaremos mais competitivos e teremos um enorme mercado para explorar”, ressalta Hebert Carli Júnior, Gestor de Piscicultura e Pecuária do Grupo Bom Futuro.
Para Bruno Leite, diretor da Zaltana Pescados, esse estudo é muito importante para reforçar a preocupação da cadeia produtiva com a segurança alimentar dos peixes nativos. “O Tambaqui e demais peixes nativos têm grande potencial de consumo e exportação. Para isso, precisamos criar protocolos embasados cientificamente para atender às exigências do mercado global”, assinala.
Esse é o primeiro estudo sobre o tema no Brasil, que envolverá a identificação da Salmonella desde a propriedade de produção, passando pelo transporte e chegando à indústria, contemplando também os procedimentos de controle.
O projeto conta com recursos da Food and Agriculture Organization (FAO), agência das Nações Unidas para a alimentação, que lidera esforços para a erradicação da fome e combate à pobreza no mundo.

A cotação média do kg da tilápia ao produtor na região dos Grandes Lagos do Noroeste do Estado de São Paulo (divisa com Mato Grosso do Sul) está em R$ 6,76, aponta o primeiro levantamento semanal do Indicador de Preços da Tilápia, elaborado pela equipe do CEPEA Esalq, uma das mais conceituados instituições de monitoramento do mercado agropecuário no Brasil, com apoio da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).
O Indicador também indica que o preço médio do kg de tilápia ao produtor está em R$ 6,77 no Oeste do Paraná e em R$ 7,41 no norte do PR.
A partir de agora, semanalmente o CEPEA divulgará dados de importantes centros de produção de tilápia, como os “Grandes Lagos do Noroeste do Estado de São Paulo” (divisa com Mato Grosso do Sul), “Oeste do Paraná” e “Norte do Paraná”. Participam do levantamento produtores, cooperativas e indústrias. O preço médio refere-se ao valor pago ao produtor FOB (kg da tilápia pronta para abate, na propriedade).
“A tilápia representa 60,6% da produção brasileira de peixes de cultivo. O indicador de preços dessa importante espécie auxilia ainda mais o seu fomento no país. Quanto mais informações temos melhor podemos analisar e definir estratégias de forma assertiva. O indicador do CEPEA é mais uma ferramenta confiável para contribuir para a tomada de decisões na piscicultura”, destaca o presidente executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros.
O Indicador de Preços da Tilápia é iniciativa da Peixe BR, com realização do CEPEA e apoio institucional de diversas empresas, como Adisseo, AquaGenetics, Bom Futuro, Brazilian Fish, BTJ Fish Farm, BTJ Foods, C.Vale, Cristalina, Fider, Fisher, GeneSeas, Guabi, Integral Agroindustrial, JobNutrire, MSD, Phibro, PuroPeixe, Riviera e Tilabras.
| Data | REGIÃO | VALOR (R$/Kg) |
|---|---|---|
| 06/08/2021 | Grandes Lagos | 6,76 |
| 06/08/2021 | Oeste do Paraná | 6,77 |
| 06/08/2021 | Norte do Paraná | 7,41 |
Fonte: CEPEA

As exportações brasileiras de peixes de cultivo, lideradas pela tilápia, cresceram 158% em junho em comparação ao mesmo mês do ano passado. Considerando o 2º trimestre (abril a junho), o avanço nas vendas internacionais foi de 83% em relação a igual período de 2020 e de 22% frente ao trimestre anterior. O faturamento nesse período atingiu US$ 3,9 milhões. O Paraná superou Mato Grosso do Sul e assumiu a liderança nas exportações de tilápia. Santa Catarina vem em terceiro lugar e a Bahia em quarto. Entre os clientes da tilápia brasileira, os Estados Unidos lideram, seguido por China e Chile.
Os dados são do Ministério da Economia, elaborados pela Embrapa Pesca e Aquicultura. A divulgação é feita em parceria com a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).
O resultado acumulado do 1º semestre também é expressivo. No total, foram US$ 7,2 milhões em receita, com aumento de 35% sobre janeiro a junho de 2020. Destaque para produtos de tilápia, especialmente filé fresco e congelado, que representaram 84% das vendas internacionais. Estados Unidos (45%), China (13%), Chile (13%) e Colômbia (12%) foram os maiores compradores dos peixes brasileiros.
Em termos de produtos de tilápia, o filé fresco apresentou maior volume (US$ 927 mil), porém com queda em comparação ao semestre anterior (-15%). As exportações de filé de tilápia congelado aumentaram 305% no semestre, atingindo US$ 395 mil. Destacam-se também o forte crescimento das exportações de tilápia inteira fresca (402%) e congelada (232%).
“Trata-se de um resultado muito positivo”, diz Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR. “Se levarmos em consideração a pandemia e as restrições indevidas de entrada de nossos peixes de cultivo na União Europeia, o desempenho das exportações é satisfatório, pois mostra as empresas brasileiras atentas não apenas ao abastecimento do mercado doméstico mas também ao comércio global, buscando certificações internacionais, além da utilização de drawback e nossa parceria internacional com a Apex-Brasil”, assinala Medeiros, destacando as intensas negociações da Peixe BR com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para buscar a liberação das vendas para os países da UE, interrompidas devido a uma restrição à pesca extrativa, que impacta a piscicultura.