Categoria: Notícias

  • Peixe BR busca apoio para permanência da SAP no MAPA

    O diretor presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros, reuniu-se, nesta segunda-feira (21.08.2017), com o Senador Federal Cidinho Santos (PR-MT), no seu gabinete, em Cuiabá (MT).

    A reunião com o senador teve como objetivo, pedir seu apoio na votação, contra a Medida Provisória 782 de 31 de maio de 2017, que transferiu a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), substituindo a MP 768/2017, com o mesmo conteúdo, que havia sido aprovada em fevereiro de 2017. A previsão é que a votação da MP 782/2017 pelos deputados e senadores ocorra até o dia 10 de setembro de 2017.

    A Peixe BR voz forte em defesa da cadeia produtiva, divulgou nota na imprensa nacional, repudiando a transferência da SAP para o MDIC e defendeu sua posição na audiência pública sobre o assunto, realizada no Senado Federal, em Brasília (DF), no dia 05.04.2017.

    Francisco Medeiros argumentou ao senador que a piscicultura brasileira passou por várias crises institucionais em passado recente e que hoje está no caminho do crescimento, envolvendo questões sanitárias, veterinárias e principalmente por ser uma atividade da cadeia do agronegócio. Por tudo isso, precisa do amparo governamental de especialistas. “O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abriga todas as atividades produtivas, inclusive de proteínas animais. É a Pasta que conhece a linguagem da Piscicultura, suas necessidades, lutas e expectativas”.

    O Senador Cidinho Santos entendeu os argumentos apresentados, se posicionou contra a mudança da SAP para o MDIC e já apresentou emenda a medida provisória para o retorno ao MAPA. Além desta demanda o senador se colocou a disposição do setor para ajudar no desenvolvimento  atividade.

  • PEIXE BR participa do III Encontro de Piscicultura no Pará

    O presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros, palestrou no III Encontro de Piscicultura da Região Capim/Paragominas-PA,  evento realizado no dia 18 de agosto de 2017, no auditório da AGROPEC, em Paragominas (PA).

    Em sua apresentação, Francisco destacou o panorama atual da Piscicultura nacional, abordando o tema “Cadeia Nacional de Piscicultura – Tanques redes”. O objetivo da palestra foi disseminar o conhecimento e as experiências de produção tecnológica, aos piscicultores da região.

    “A piscicultura brasileira produziu 640.510 toneladas em 2016, sendo que 30% dessa produção (192,153 toneladas) foram oriundas do sistema de criação em tanques-rede, que é classificado como um sistema intensivo de renovação contínua de água. Os tanques redes geraram um montante financeiro acima de um bilhão de reais (R$ 1,29) de um total de R$ 4,3 bilhões que a atividade movimentou no ano de 2016.” ressalta Francisco Medeiros.

    Durante o encontro em Paragominas, Francisco se reuniu com o secretário de agricultura do estado do Pará, Giovanni Queiroz, com o diretor de pesca e aquicultura Júnior Terra, o prefeito Paulinho Pombo e representantes da APA (Associação Paragominas de Aquicultura), com o objetivo de subsidiar representantes do governo, representantes do setor e piscicultores, para formulação da nova política aquícola no estado, em especial na questão de liberação da criação de tilápia no estado.

    “Hoje a tilápia é a espécie mais desenvolvida, mas certamente pode se desenvolver ainda mais. Pode-se dizer que a tilapicultura está apenas começando, é uma atividade bem jovem, comparada com outras, como o salmão, no Chile, por exemplo. O potencial produtivo é enorme no país, mas precisamos de organização, tecnificação e apoio do governo para resolver as questões burocráticas que trava melhores investimentos na piscicultura atualmente” finaliza Francisco Medeiros.

  • Peixe BR apresenta demandas da Piscicultura ao Governador de MT

    O presidente executivo da PEIXE BR, Francisco Medeiros, e o presidente da Aquamat, Daniel Costa, reuniram-se no dia 17 de Julho, em Cuiabá (MT), com o governador de Mato Groso, Pedro Taques e representantes de prefeituras do estado para discutir e sancionar o Projeto de Lei que prorroga a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os piscicultores de Mato Grosso. A Lei, que estava em vigor desde 20 de julho de 2007 e tinha prazo de 10 anos, foi prorrogada para mais 10 anos, com validade até 2027.

    No encontro, a PEIXE BR e Aquamat manifestaram oficialmente o desejo de alteração na legislação para que seja permitida a produção de tilápia em tanques rede em MT, já produzida em vários estados, como Rondônia, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de mais de 140 países.

    “Mato Grosso possui potencial territorial, climático e hídrico muito parecido com Tocantins, estado vizinho, que entendeu o potencial do estado para Piscicultura. Dessa forma, MT pode incrementar em muitas toneladas a mais a produção atual de peixes cultivados sem fazer um único desvio de rio ou fazer um tanque escavado, pois está tudo pronto. Apenas precisamos ter o respaldo da legislação ambiental”, comentou Francisco Medeiros.

    Estima-se que existam cerca de 900 produtores de peixes em MT e que o consumo total de pescado por ano seja de aproximadamente 37.500 toneladas. Segundo levantamento da PEIXE BR em seu mais recente anuário, Mato Grosso ocupa o quarto lugar no ranking nacional de produção de peixes cultivados, com 59.900 toneladas em 2016, 19% a menos do que em 2015.

    O governador Pedro Taques aproveitou a ocasião e convidou o setor para integrar o Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC) e enviar representantes para a comitiva que visitará a China entre os meses de setembro e outubro deste ano.

    Participaram da reunião os associados Paulo Carvalho e Otávio Conselvan, os deputados federais Nilson Leitao, Victorio Galli e Fabio Garcia e os deputados estaduais José Domingos e Dilmar Dal’Bosco.

  • Liberação para criação da tilápia no estado do Tocantins

    Como já amplamente noticiado, após um longo processo de discussão, o COEMA (Conselho Estadual do Meio Ambiente do Tocantins), aprovou, no dia 30 de junho de 2017 a criação da tilápia em tanque rede no estado. O placar foi: 19 (favor) e 2 (contra).

    O estado do Tocantins tem hidrelétricas no curso do Rio Tocantins, cuja capacidade de suporte estimada pela ANA (Agencia Nacional das Aguas) é de 220.000 toneladas. Porém, era permitida somente a criação de peixes oriundos da bacia hidrográfica.

    Os lagos das hidrelétricas do Rio Tocantins têm ambiente perfeito para a produção de tilápia, mas estava proibido em função de resolução anterior do próprio COEMA.

    Como se sabe, os peixes nativos ainda não dispõem de pacote tecnológico comprovado para produção em tanques rede, necessitando de mais estudos para que o investidor tenha segurança para fazer investimentos nesse campo.

    A PEIXE BR começou a participar das discussões no segundo semestre de 2016, apostando no potencial do estado para Piscicultura e para atendimento dos associados interessados em fazer investimentos para implementação da tilapicultura no local.

    Em outubro de 2016, foi realizada reunião com o governador do Tocantins, Marcelo Miranda, o Chefe da Embrapa Pesca e Aquicultura, Carlos Magno, e sua equipe. Participaram também o Secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, representantes da Ruraltins e Naturatins. A pauta da reunião foi a solicitação de estudo para a viabilidade de liberação da criação da tilápia no Tocantins.

    O COEMA criou uma comissão técnica para análise, com a finalidade de orientá-lo sobre a tomada de decisão pelo liberação ou não tilápia no estado.

    Em conjunto, a Embrapa Pesca e Aquicultura elaborou nota técnica que comprovava, com trabalhos científicos, que a criação de tilápia não representava riscos ao meio ambiente. Durante o trâmite, a PEIXE BR subsidiou as autoridades estaduais com informações relativas ao referido assunto.

    Estabeleceu-se o prazo de 120 dias para regulamentar e normatizar a criação da tilápia no Tocantins. A PEIXE BR continua participando ativamente desta ação e já indicou profissionais capacitados e com experiência em tilapicultura para a orientação necessária para segurança ambiental na criação da tilápia no estado.

    “Quem ganha com a decisão é o piscicultor, pois ressalto que não foi proibida a criação das espécies nativas e, sim, liberada a criação da tilápia em tanques rede. Dessa forma, o piscicultor terá mais uma opção de espécie para criar e diversificar o seu portfólio. Lembrando que a PEIXE BR respalda sua posição em laudos técnicos que comprovam o baixo impacto ao meio ambiente e ao peixe nativo”, afirma Francisco Medeiros, presidente da PEIXE BR.

  • Avança a parceria com a Noruega

    A PEIXE BR reuniu-se novamente com a Inovation Norway, instituição do governo da Noruega com foco no desenvolvimento da indústria do país, para dar seguimento às discussões sobre a parceria técnica e comercial para fortalecer relações e negócios ligados à Piscicultura entre os dois países.

    Os encontros discutiram a realização de evento Brasil-Noruega sobre Aquacultura, com foco na disseminação de pesquisas, participação dos governos dos dois países e espaço para os vários elos da cadeia produtiva avançarem discussão sobre cooperação técnica, de maneira a potencializar o desenvolvimento da atividade no Brasil de maneira sustentável.

    Ficou decido que o evento será realizado nos dias 07 e 08 de novembro de 2017, em São Paulo (SP). O setor de pesquisa da Noruega trabalhará em parceria com a Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (Aquabio), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Pesca e Aquicultura) na temática.

    O governo da Noruega pretende firmar parceria com a Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), hoje no âmbito do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A indústria do pescado da Noruega trabalhará em parceria com PEIXE BR e o Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca).

    A PEIXE BR consultará os seus associados para definição das demandas em pesquisas e tecnologia, as quais serão apresentadas ao governo da Noruega durante o evento, em novembro.

     

  • Peixe BR fala para Coordenadoria de Alimentação Escolar

    Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), falou sobre “Produção e Compra de Pescado”, no curso “Desafios da Alimentação Escolar”, promovido pela Comissão de Aprimoramento Profissional (CAP), no dia 10 de julho, em São Paulo (SP). O público do evento era composto por técnicos, nutricionistas, veterinários, agrônomos, educadores, assistentes e estagiários da Coordenadoria de Alimentação Escolar/PMSP (CODAE).

    Francisco mostrou dados da produção nacional e estadual de pescado, as principais espécies cultivadas, os parâmetros do mercado consumidor, deu ênfase à alimentação escolar e listou os tipos de controle de qualidade para pescados de cultivo.

    Ele também destacou que o Brasil tem pescado de excelente qualidade com certificações internacionais para exportação de filé para os EUA, o mercado mais exigente em termos sanitários. “O mundo sofre um problema grave: a obesidade infantil. O peixe é a solução para a educação alimentar saudável. Na Inglaterra, por exemplo, o peixe foi introduzido duas vezes por semana na alimentação escolar, com o objetivo de reduzir os níveis de obesidade infantil e formar cidadãos com hábitos alimentares saudáveis”.

  • PEIXE BR marcou presença na PecNordeste 2017

    O presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros, palestrou no 21º Seminário Nordestino de Pecuária – PECNORDESTE, realizado no Centro de Eventos do Ceará (Fortaleza), nos dias 06 a 08 de julho de 2017. O tema central do seminário foi “A água e o semiárido: uma nova postura”.

    O PECNORDESTE recebeu 100 caravanas de produtores de diversas regiões e do Ceará, totalizando 4,408 mil produtores rurais e público total de mais de 35 mil visitantes. Participaram do evento nove atividades.

    Em sua apresentação, Francisco destacou o panorama atual da Piscicultura nacional, utilizando os dados exclusivos de produção de 2016, resultado do levantamento da PEIXE BR, além das perspectivas da atividade para os próximos anos. Ele fez alerta para o setor se organizar e se desenvolver com responsabilidade e sustentabilidade, a fim de evitar os estraves atuais da Piscicultura do Ceará por conta da seca do principal polo produtor de pescado do estado, o açude Castanhão.

    “O Ceará já foi o maior produtor de pescado do Nordeste, atingindo produção de 33 mil toneladas em 2014. No ano passado, o estado produziu 12 mil toneladas e ficou atrás de Bahia, Maranhão, Piauí e Pernambuco. O Nordeste tem todas as condições ambientais para se tornar um dos principais players da Piscicultura nacional”, afirmou Francisco.

    O PECNORDESTE foi promovido pelo Sistema FAEC/SENAR/SINRURAL, SEBRAE-CE e CNA e contou com a participação de representantes de todos os estados nordestinos.

  • Peixe BR palestra no Seminário sobre tilápia no Tocantins

    O presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros, palestrou no Seminário “Demandas e Tendências da Tilapicultura no Brasil”, evento realizado na sede da Embrapa Pesca e Aquicultura, em Palmas (TO), entre os dias 27 e 29 de junho. O tema central da apresentação foi “Tendências da Piscicultura no Brasil”, e o objetivo do evento foi compartilhar os resultados do projeto “Indicadores Socioeconômicos do Desempenho da Produção de Tilápia no Brasil” e discutir demandas e tendências da tilápia no Brasil.

    Durante a apresentação, Francisco falou sobre o atual panorama da piscicultura nacional destacando os dados exclusivos de produção de 2016, resultados de levantamento da PEIXE BR, além das perspectivas da entidade para o setor nos próximos anos.

    A tilápia, espécie de peixe mais cultivada no país, é a que possui o chamado pacote tecnológico já desenvolvido, ou seja, é o mais organizado em termos de cadeia produtiva.

    “Hoje a tilápia é a espécie mais desenvolvida, mas certamente pode ser ainda mais. Pode-se dizer que a tilapicultura está apenas começando, é uma atividade bem jovem, compara com outras, como o salmão no Chile, por exemplo. O potencial produtivo é enorme no país, mas precisamos de organização, tecnificação e apoio do governo para resolver as questões burocráticas que trava melhores investimentos na piscicultura atualmente” comentou Francisco Medeiros.

    “Os resultados baseiam-se no conhecimento da cadeia produtiva, dos gargalos, dos desafios e dos sucessos. Foi possível gerar indicadores socioeconômicos e financeiros e mapear as diferentes demandas, de acordo com cada polo produtivo.” Comenta Renata Barroso, coordenadora do projeto.

    Financiado pela Embrapa e executado pela Embrapa Pesca e Aquicultura e parceiros, o trabalho de pesquisa foi realizado nos oito maiores polos produtivos de tilápia do país. São eles: Paraná, Rondônia, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Ceará.

    Devido ao rápido esgotamento das vagas para inscrição e atendendo a pedidos dos que não conseguiram se inscrever, o seminário foi transmitido ao vivo pelo canal do youtube da Embrapa, com acesso livre para todo o público.

  • Piscicultura em destaque no Dia do Peixe, em Goiás

    O presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros, palestrou no I Encontro de Piscicultores do Vale do Paranaíba, em Quirinópolis (GO). O tema central da apresentação foi o atual panorama da Piscicultura nacional e internacional. Francisco destacou os dados exclusivos de produção de 2016, resultados de levantamento da PEIXE BR.

    O objetivo do evento foi reunir os produtores e apresentar as oportunidades de negócios, bem com os principais gargalos da atividade para a região. Os lagos da Usina Hidrelétrica de Cachoeira Dourada, no curso médio do Rio Paranaíba, na divisa de Minas Gerais e Goiás, e da Usina Hidrelétrica São Simão, entre os munícipios de São Simão (GO) e Santa Vitória (MG), têm capacidade para produção de 120 mil toneladas/ano de peixes, mas atualmente é de apenas 7 mil toneladas/ano.

    “Mesmo com essa produção, a Piscicultura já é uma importante atividade do agronegócio local. A tendência é que com a criação de infraestrutura para a atividade (frigoríficos, fábricas de ração, equipamentos), aliada à disponibilidade de mão de obra qualificada, a região tenha potencial para figurar entre as maiores bacias de peixes do país”, destacou Francisco Medeiros.

    Apoiaram o evento o Instituto Técnico Federal de Goiás (IFG), a Secretária de Pesca e Aquicultura do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Prefeitura Municipal de Quirinópolis (GO), a Prefeitura Municipal de Inaciolândia (GO), a Prefeitura Municipal de Gouvelândia (GO), a Agência de Inovação Rural de Goiás (Emater), a Embrapa Pesca e Aquicultura, o Banco do Brasil, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Goiana de Piscicultura (AGP).