Categoria: Notícias

  • PEIXE BR e ABAG juntas em defesa da piscicultura

    A Piscicultura passará a ser contemplada no guarda-chuva da ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio). Esta foi a importante definição na reunião do presidente da PEIXE BR, Eduardo Amorim, e o vice-presidente da entidade, Mario Sérgio Cutait, com o presidente da ABAG, Luiz Carlos Correa de Carvalho (Caio), e o diretor executivo Luiz Cornacchione.

    “O encontro foi muito positivo para a piscicultura. Os dirigentes da ABAG reconhecem a importância da nossa atividade e se colocaram à disposição para passar a incluir as informações setoriais nos documentos e pleitos da entidade”, explica Eduardo Amorim.

  • Piscicultura goiana sofre com poucos frigoríficos e altos impostos

    om uma alíquota de ICMS entre as maiores do país para peixes vivos (insensibilizados) e processados, déficit de frigoríficos e consumo interno abaixo da produção média, piscicultores do Estado se reuniram, nesta terça-feira (14) para discutir as demandas do setor e propor soluções imediatas. Entre os problemas levantados estão ainda: a falta de organização da cadeia, a necessidade de regularização ambiental e o fechamento de frigoríficos. Os temas foram debatidos durante reunião da Comissão de Aquicultura da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg).
    A alíquota goiana é de 12% enquanto outros estados brasileiros variam entre isentos e 5%. Desta forma, a venda para fora de Goiás se torna inviável e as empresas deixam de investir no Estado, devido aos altos custos que inviabilizam, cada vez mais, a produção. O próximo passo agora é agendar uma reunião com a Secretaria da Fazenda (Sefaz) para discutir a situação e buscar uma solução que não somente seja boa para os produtores, mas que garanta crescimento econômico para Goiás.
    Para Jordana Sara, consultora técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás) para a área de aquicultura, é importante ressaltar que os produtores goianos não estão conseguindo competir com o restante do país. “O alto valor dos impostos tira nossa competitividade quando exportamos nosso peixe para outros estados”, explica.
    Gustavo Furtado, 1º vice-presidente da Comissão de Aquicultura da Faeg e produtor de Tilápia em Alto Paraíso afirma que antes produzia 400 toneladas de tilápias por mês e revendia ao mercado goiano. A produção caiu para 200 toneladas/mês e ainda assim não consegue comercializar os peixes. “Os frigoríficos não possuem capacidade para o abate da nossa produção. Desta forma, continuamos com nossos peixes nos tanques, com alto peso e consumindo ração, diminuindo ainda mais nossa margem de lucro”, completa. Para discutir essa situação, a Faeg agendará uma reunião com os frigoríficos e a Federação das Indústrias do Estado de Goiás.
    Consultor de aquicultura, Fernando Malamud lamenta que dois grandes frigoríficos goianos estejam fechando as portas e outro esteja em fase de recuperação judicial. “Para completar a situação ruim temos uma produção média de 4 kg por habitante/ano em Goiás enquanto a média de consumo local é de 1,5 kg/ano. Em São Paulo, por exemplo, falta peixe para consumo, mas não conseguimos competir devido ao alto valor de alíquota do ICMS daqui”, defende Gustavo Furtado.
    Gerente de Desenvolvimento Sustentável de Aquicultura e Pesca da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED), Uacir Bernardes também esteve presente na reunião e ressaltou a importância de cumprimento da legislação e regularização ambiental. “Precisamos caminhar juntos e não há outra forma. A Faeg tem força, espaço e representatividade política. Quanto mais organizado estiver o setor, mais certeza de sucesso. Eu me comprometo a estabelecer o diálogo necessário para alcançar o crescimento que é bom para todos, inclusive para quem consome”, finalizou.
    Cotações mensais
    A federação já realiza, diariamente, cotações de boi, arroz, feijão, algodão, soja, sorgo, milho, aves e suínos. Mensalmente, as cotações são de eucalipto, leite, laranja e insumos agrícolas. Os produtores solicitaram também, que a Federação faça a cotação de Tilápia, Tambaqui e Pintado. A demanda está sendo avaliada.

    Fonte: FAEG/GO – 15/07/2015

     

  • Projeto de US$ 51 mi põe país no mapa dos peixes

    Com maior reserva de água doce do planeta, Brasil ainda não explora potencial de crescimento no setor
    Dentro de sete meses, 20 milhões de filhotes de peixe pesando 30 gramas menos que um pãozinho francês serão transferidos para gaiolas de aço flutuantes no rio Paraná.
    Seis meses depois, com quase 1 kg, serão o primeiro lote do maior investimento feito no país em aquicultura (produção em cativeiro).
    O projeto, que será anunciado nos próximos dias, começará com 25 mil toneladas por ano, mas prevê quadruplicar a produção até 2020.
    Se o cronograma for seguido, o Brasil chegará perto de dobrar sua produção atual, de 150 mil toneladas anuais.
    Os US$ 51 milhões investidos na primeira etapa são 100% capital próprio da Tilabras, parceria entre uma das maiores produtoras de tilápia do mundo, a americana Reagal Springs, e a brasileira Axial, holding que atua no setor por meio da Mar & Terra.
    Num terreno equivalente a um terço do parque Ibirapuera, comprado na última semana em Selvíria (MS), nas margens do rio, será construído também um frigorífico.
    Nos próximos 15 dias, a empresa pedirá à União concessão para explorar uma superfície fluvial cem vezes maior, pelo período de 20 anos, renováveis por mais 20.
    MILAGRE DE JESUS
    É com a tilápia, espécie originária do rio Nilo e apontada como o peixe que Jesus multiplicou perto do mar da Galileia, que o governo brasileiro pretende expandir sua presença no mercado global.
    “É um divisor de águas tanto em relação à escala do empreendimento quanto à estatura da empresa. Certamente vai chamar a atenção de competidores internacionais”, diz o ministro da Pesca, Helder Barbalho.
    O governo federal procurou sete Estados para tentar destravar o licenciamento ambiental da atividade: as empresas precisam provar que não vão poluir as águas com excesso de ração, dejetos e animais mortos.
    Outra preocupação é impedir que a resistente tilápia, presente em quase todo o país, se espalhe pela Amazônia, onde o cultivo é proibido.
    ATRÁS DE BOI E FRANGO
    Mesmo sem essa região, o potencial do Brasil é enorme, na avaliação de Sylvio Santoro Filho, diretor de projeto da Tilabras. Estão no país as maiores reservas de água doce do mundo, o clima quente favorece a engorda dos peixes e o consumo global cresce.
    A empresa planeja exportar 70% de seus peixes em 2020, principalmente para os EUA, maiores consumidores.
    O fato de que o brasileiro come poucos pescados –a média é inferior a 10 kg de pescado por pessoa por ano, abaixo dos 12 kg recomendados pela OMS e metade da média global (19 kg)– é visto como oportunidade de expansão pela nova empresa.
    Mato Grosso do Sul foi escolhido por ser grande produtor de grãos, outro ponto forte do Brasil. Soja é insumo da ração, o principal item da planilha de custos da empresa, chegando a 70%. A Tilabras produzirá sua própria ração quando estiver criando 50 mil toneladas de tilápia, ponto que viabiliza a fábrica.
    A expectativa é que o país, hoje líder na exportação de carne bovina e de frango, galgue posições também no setor de pescados. “Saímos de pequenos produtores nacionais e passamos a multinacionais. Abriram-se as comportas para que empresas da mesma grandeza enxerguem o Brasil como oportunidade sensacional”, diz Barbalho.
    Santoro admite o risco de novos competidores, mas defende que a Tilabras tem o trunfo do pioneirismo. “Até se instalarem, já teremos ampliado e conquistado o mercado interno, fator importante de viabilidade econômica.”

    Fonte: Jornal Folha de S Paulo, Mercado/SP – 23/06/2015…

  • Ministro do MPA visita Piscicultura Aquabel, no PR

    O ministro Helder Barbalho, e Cleberson Carneiro Zavaski (Binho), Secretário de Planejamento de Águas da União, visitaram recentemente a Piscicultura Aquabel para conhecer o projeto de melhoramento genético de tilápia da empresa, comandada por Ricardo Neukirchner, também Diretor Institucional da PEIXE BR.

    “Mostramos ao Ministro a estrutura de alevinagem, os laboratórios e os viveiros onde se encontram as 120 famílias do programa genético, “chipadas” com marcadores eletrônicos para identificação individual. Também fizemos um breve relato de como tudo funciona, feita pelo geneticista, Dr. Diones. Mostramos ao Ministro que estamos preparando a próxima geração de reprodutores, formadas a partir de 22.000 peixes (também chipados) – destes, serão selecionados 120 machos e 120 fêmeas para formação da nova geração.

    Após a visita, o Ministro Jader Barbalho seguiu para a Sociedade Rural do Paraná, em Londrina, onde Ricardo Neukirchner é Diretor de Aquicultura. Barbalho discursou para cerca de 400 piscicultores do Paraná e conheceu um Aquário Gigante (18.000 litros), construído para divulgação da piscicultura e direcionada ao público em geral.

     

  • PEIXE BR participa da PECNORDESTE!

    A PEIXE BR marcou presença no evento com o painel Aquicultura no Brasil e no Ceara, expectativas atuais e organização setorial.

    O seminário nordestino de Pecuária – PECNORDESTE é um dos eventos de maior destaque da pecuária regional há mais de 19 anos.

    É também nesse período que acontece a Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários, com a presença de empresas de comercialização de maquinas e equipamentos, insumos, produtos agropecuários, agroindustriais e de artesanato.

    Além do painel apresentado pelo secretário executivo Francisco Medeiros, outros assuntos na área de aquicultura tiveram destaque:

    # Estudos setoriais da piscicultura cearense e nacional;
    # Nutrição de organismos aquáticos e otimização de resultados zootécnicos ambientais;
    # Sanidade Aquícola, como monitorar o setor sem travar seu crescimento;
    # Tanques-rede de grande volume, oportunidades e desafios.

    • Pecnordeste - Camilo - Felipe - Francisco
      Camilo de Moraes Diógenes – Presidente ACEAQ, Felipe Matias – Secretário de Planejamento e Ordenamento do MPA e Francisco Medeiros – Secretário Executivo da Peixe BR.
  • MPA e Piscicultores discutem situação dos parques aquícolas em Aparecida do Tabuado (MS)

    O presidente da PEIXE BR, Eduardo Amorim, e o secretário executivo, Francisco Medeiros, participaram de reunião em Aparecida do Tabuado que contou com a presença de representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), do diretor de águas da União, Cleberson Carneiro, e o coordenador Renato Saraiva Ferreira, além do superintendente do MPA em Mato Grosso do Sul, Luiz David Figueiró, o professor Celso Benites, representantes da Prefeitura Municipal, Polícia Ambiental de MS e produtores das áreas não onerosas.

    Atualmente, há dois parques aquícolas não onerosos que sofrem pelo baixo nível da água do reservatório de Ilha Solteira e de questões relacionadas ao acesso ao lago. Esses parques aquícolas ainda não entraram em produção.
    A Prefeitura Municipal de Aparecida do Taboado é a responsável por ações de infraestrutura nesses parques.

    Os cessionários já receberam treinamento na área de piscicultura, feito pelo Pronatec, com o coordenação do professor Celso Benites (UFMS).

    Os parques aquícolas onerosos e não onerosos de Ilha Solteira, que estão na área de responsabilidade do Estado de Mato Grosso do Sul, já foram licenciados pelo órgão ambiental estadual.

    10.06 - Reunião Aparecida do Taboado - MS

  • Produtores reúnem-se em Santa Fé do Sul com o MPA

    Os piscicultores instalados na região de Ilha Solteira reuniram-se em Santa Fé do Sul (SP) no dia 9 de junho, com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), para tratar das pendências que hoje afetam toda a região.

    As principais questões tratadas foram:
    . Deslocamento das áreas aquícolas atingidas pela seca: ficou definido que os produtores podem fazer as mudanças de áreas a partir de solicitação ao MPA
    . Outorga de água: o MPA fará levantamento das outorgas liberadas e verificará quais podem ser alteradas para atender à demanda dos demais produtores solicitantes
    . Compromisso do MPA em dar celeridade a assinaturas dos termos de cessão cujos processos já estejam encerrados

    A PEIXE BR participou do encontro, representada pelo associados Tito Capobianco (Geneseas) e Juliano Kubitza (Royal Fish) e do secretário executivo Francisco Medeiros.

    09.06 - Reunião Santa Fé do Sul - SP

  • Workshop em Economia Aquícola, na Embrapa Pesca (Palmas/TO)

    A Embrapa Pesca e Aquicultura, sediada em Palmas (TO), realizará nos dias 23 e 25 de junho de 2015 o Workshop em Economia Aquícola, objetivando aumentar o trânsito de informações para orientar os investimentos do setor privado e orientar formulação de políticas públicas.

    O evento, que tem apoio da PEIXE BR, terá como foco a indústria da tilápia e receberá como convidado especial o dr. Junning Cai, economia do Departamento de Aquicultura da FAO (Roma).

    Informações adicionais: Telefones (63) 3229-7800 / 7850.

  • Encontro de piscicultores em Tangara da Serra, MT

    Como parte do circuito de encontros de piscicultura que esta sendo realizado em Mato Grosso pelo Sebrae, com apoio da Aquamat, no dia 28.05.2015 ocorreu  na cidade de Tangara da Serra, MT,  palestras e debates sobre os mais variados temas da aquicultura, palestras técnicas, motivacionais e organizacional.

    O secretário executivo a PeixeBR, ministrou palestra a salientou a importância da criação da PeixeBR e necessidade na organização do setor.

    O evento contou com a participação de mais de 150 (cento e cinquenta) piscicultores da região.

    Contou também com palestra do secretário executivo da ACEAQ (Associação Cearense de Aquicultura), entidade associada da PeixeBR.

    Encontro de Piscicultura
    Antônio (Aceaq), Francisco (Peixe BR), Fernando Kubtiza