Autor: PeixeBR

  • Peixe BR reúne-se com a ministra da Agricultura, Katia Abreu

    Participaram do encontro o presidente da entidade Eduardo Amorim, o vice-presidente Mario Cutait, Miyuki Hiashida (TO), Jose Eduardo (TO), Toninho (SC), Camilo Diógenes (CE), Ricardo Neukirschner (PR) e o secretário executivo Francisco Medeiros.

    Inicialmente, Eduardo Ono, representante da piscicultura no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), apresentou diagnóstico da atividae no Brasil e as principais propostas para o setor.

    As propostas destacadas, aliãs, estão de acordo com as demandas já apresentadas pela Peixe BR ao MAPA, acrescentando a importância de regularização das áreas aquícolas da União, seja análise, trâmite, outorga, licenciamento e cessão junto ao SPU.

    A ministra Katia Abreu solicitou informações à PeixeBr, principalmente estatísticas das fábricas de rações e frigoríficos, geração de empregos, dados de produção e  investimentos, como recursos financeiros para custeio, investimentos em produção, abate e nutrição animal.

    A ministra também definiu algumas ações para execução. São elas:
    . Estudos para criar procedimentos no processamento de pescados que permitam níveis zero de salmonela. A aquicultura será incluída no Plano Nacional de Defesa Agropecuária.
    . Incrementar as politicas de crédito aquícola.
    . Fazer estudos para implantação de seguro aquícola.
    . Atuar junto ao Congresso Nacional para dar celeridade à aprovação da lei que promove a isonomia tributaria do PIS/COFINS na ração de peixes e também a desoneração na comercialização.
    . Esta sendo realizado trabalho denominado “Canal Azul”, que visa habilitar o maior número de empresas brasileiras para exportação de proteína animal e vegetal, com grande foco nas empresas pequenas e médias.
    . Em suas visitas internacionais, a ministra está convidando empresas de outros países para investir na aquicultura no Brasil.
    . Será implantado um selo de D.O. (Denominação de Origem) para os peixes amazônicos para criação de valor diferenciado destes produtos.
    . Sera feita força-tarefa para atuar junto aos Estados com maior produção de peixes no Brasil (SP, MT, PR, RO, SC) no sentido de estabelecer legislação ambiental que proporcione maior celeridades nas análises e liberações. Na sequência, esse protocolo será estendido para outros estados.
    . Estimular a produção de peixes provenientes da aquicultura para reduzir a independência da importação.
    . Estabelecer mecanismo de equiparação tributária e trabalhista com os países exportadores de pescado para o Brasil, pois não haverá proibição de importação. Porém, além da equiparação haverá análises de risco de transmissão de enfermidades.

    O mercado é de mão dupla. O próprio governo informou que não temos como competir com o pescado importado com a política tributaria atual. O vice-presidente da Peixe BR, Mario Cutait, tratou das disputas do ICMS dos estados e que peixes importados estão pagando menos impostos que os produzidos no Brasil.

    . Em janeiro de 2016, será inaugurado o Centro da Embrapa em Tocantins, com a realização de um seminário sobre pesquisa da Embrapa para aquicultura. Será criado o PNDA (Plano de pesquisa e fomento) da aquicultura.

    . Será elaborado estudo de mercado interno e externo.

    A ministra Katia Abreu nos informou também que esta é a primeira reunião de inúmeras outras com o setor.

    Importante: ainda não está definida a estrutura de funcionamento da aquicultura no MAPA, mas a reunião contou com quatro secretários da pasta, colocados à disposição do setor para atender as demandas.

  • Piscicultura tem potencial, mas enfrenta dificuldades

    Programa Direto ao Ponto entrevista Francisco Medeiros, secretário-executivo da Peixe BR Dificuldades de acesso ao crédito, burocracia na liberação de licenciamento ambiental, fim do Ministério da Pesca, falta de organização do setor, déficit de frigoríficos, marketing ruim. Esses são apenas alguns problemas da piscicultura brasileira apontados pelo secretário executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros, no programa Direto ao Ponto de domingo, dia 25.

    Apesar dos vários gargalos, ele destaca o potencial de desenvolvimento e de aumento da competitividade desse segmento. Medeiros destaca a necessidade de buscar investidores para a atividade e estimular a industrialização e comercialização do pescado no país.

    Francisco Medeiros citou o exemplo de Mato Grosso. Há 10 anos, o estado ocupava apenas a 15ª posição no ranking de produção de peixes no país. Após investimentos, já é o maior produtor nacional. E deve expandir ainda mais devido às barragens de hidrelétricas ainda em construção.

    No caso da agricultura familiar, o secretário Associação Brasileira de Piscicultura afirmou que é necessário criar uma rede colaborativa, aliar empresas ou cooperativas aos piscicultores e estabelecer uma estrutura forte para a produção, beneficiamento e comercialização dos peixes.

    Outro problema alertado por Medeiros é o marketing ruim executado pelos piscicultores brasileiros. Esse é um ponto estratégico e fundamental para alcançar o mercado externo, segundo ele, como a criação de selos de qualidade.

    Francisco Medeiros ainda minimizou a extinção do Ministério da Pesca e Aquicultura e disse esperar por um bom trabalho da pasta, agora dentro do Ministério da Agricultura.

    Fonte: Canal Rural – Programa Direto ao Ponto – 23/10/2015

  • A Peixe BR apoia o Curso Gestão do Pescado do Pecege

    Os associados da PEIXE BR têm 10% de desconto na mensalidade do Curso de Atualização em Gestão do Pescado, iniciativa do Instituto de Pesquisa e Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (I-PECEGE), da ESALQ/USP, de Piracicaba (SP).

    Esteja preparado para criar estratégias para o setor do pescado, se atualize conosco.

     

  • PEIXE BR reúne-se com OIE e MAPA para discutir controle sanitário

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) recebeu visita de comitiva da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), no final de outubro. Um dos temas da reunião foi a aplicação da ferramenta OIE Tool for the Evaluation of Performance of Veterinary Services no Serviço Veterinário Brasileiro para organismos aquáticos.

    Trata-se de um instrumento utilizado pela OIE para avaliação ampla do desempenho do Serviço Veterinário de um país no controle rigoroso da sanidade animal, visando atender às exigências do mercado mundial, o que dá maior credibilidade às relações comerciais do Brasil.

    “A PEIXE BR, entidade que reúne empresas que respondem por cerca de 45% da piscicultura brasileira e tem representantes em todos os segmentos importantes da cadeia produtiva, prioriza o fortalecimento da estrutura de sanidade animal na atividade, motivo pelo qual apoia a iniciativa da OIE nesse sentido”, explica Eduardo Amorim, presidente da entidade.

    Além de sanidade animal, o encontro discutiu legislação ambiental, relações governamentais, parcerias público-privadas e com ONG e meio ambiente.

    A comitiva da OIE foi composta por Ana Afonso, Keith Larry Hammell e Niksi Barisic. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) foi representado por Eduardo de Azevedo Cunha (Coordenador Geral de Sanidade Pesqueira) e Marina Delphino (Assessoria Técnica). A reunião também contou Ricardo Dias dos Santos (presidente) e Willian Sugai (diretor), da Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia).

  • Apresentação da Peixe BR para FAO

    A 8ª edição mundial do Subcomitê de Aquicultura da FAO, realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília, reuniu 149 países. A PEIXE BR marcou presença. O secretário executivo Francisco Medeiros, fez uma apresentação da entidade, sua participação na cadeia produtiva da Piscicultura no Brasil e os seus principais objetivos.

    O Comitê de Pesca da FAO (COFI) foi criado em 1965 como um organismo subsidiário do Conselho da Instituição e constitui-se no principal fórum global intergovernamental para discussão dos principais problemas da pesca e da Aquicultura. Participaram representantes da comunidade internacional, incluindo os representantes de governos dos países-membros, organizações regionais de pesca, ONGs, entidades representativas de empresas e trabalhadores da pesca, entre outras.

  • Curso na APTA Pirassununga discutirá criação de lambari

    Estima-se que a produção nacional de lambari totalize 140 milhões de unidades, por ano. São Paulo é o maior produtor, com 90 milhões por ano, seguido de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Paraná. Praticamente 100% da produção são destinados ao mercado de isca viva para pesca esportiva, atividade que vem crescendo nos últimos anos.

    O lambari também vem sendo amplamente utilizado em pesquisas científicas como modelo experimental, especialmente nas pesquisas relacionadas à reprodução, genética e ecotoxicologia.

    O uso do lambari no sistema aquapônico (produção integrada de peixes + hortaliças) é uma recente linha de estudos que pesquisadores da APTA estão avaliando.

    Diante do exposto, a APTA – UPD de Pirassununga e o Instituto de Pesca empenharam-se para realizar evento de transferência de tecnologia aos piscicultores. Serão abordados os aspectos relacionados à reprodução e técnicas de cultivo do lambari, bem como a produção integrada de lambari + hortaliças, sistema conhecido como Aquaponia.

    O “IV Curso de reprodução induzida e técnicas de cultivo do lambari” será realizado de 01 a 02 de Outubro de 2015, na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento da APTA de Pirassununga, em Cachoeira de Emas. Serão 13 palestras ministradas por pesquisadores da APTA e Instituto de Pesca, além das atividades práticas como seleção de matrizes, indução hormonal e técnicas em aquaponia. Mais informações pelo (19) 3565-1200.

    Cartaz Curso Reprodução 2015 - Final

  • Pecege faz apresentação à Peixe BR

    O Pecege (Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas), da Esalq/USP, participou da última reunião da Diretoria Executiva da PEIXE BR, no início de setembro. O grupo apresentou seu modelo de plataforma já utilizado há 8 anos para levantamento e disponibilização de dados para o setor de açúcar e álcool.
    Esse modelo serviria de base para o levantamento, análise e disponibilização de dados sobre a Piscicultura brasileira. Exemplos: custo de ração, preço de venda, custo de produção, dentre outros.
    A proposta é iniciar o levantamento de algumas informações do setor com o Pecege – ESALQ/USP, instituição reconhecida mundialmente na área de agronegócios, objetivando começar a oferecer, de forma regular, dados reais do mercado, preservando a confidencialidade do informante e, com isso, ajudando profissionais, empresários, empreendedores e investidores a entenderem melhor o setor, seus negócios, aperfeiçoando a gestão e ajudando na tomada de decisões. 
    Criado em 1986, o Pecege atua em duas frentes principais: gerenciamento de cursos de especialização lato sensu (MBA’s, oficinas, treinamentos e programas formatados para demandas específicas) e desenvolvimento de projetos de pesquisas relacionados ao agronegócio e, possui um grupo de profissionais qualificados na área de pescado, com os quais este projeto está sendo discutido.

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  • Apoiamos o Movimento Compre do Pequeno Negócio

    Por compreender a importância dos pequenos segmentos empresariais, a PEIXE BR apoia o Movimento Compre do Pequeno Negócio.

    Liderada pelo Sebrae, a iniciativa evidencia que todo dia é dia de comprar dos pequenos negócios, mas que o dia 5 de outubro é um dia especial para valorizar as micro e as pequenas empresas, bem como os microempreendedores individuais.

    O Movimento convida a sociedade a refletir sobre o papel dos pequenos negócios, destacando que eles representam mais de 95% do universo empresarial brasileiro, geram 52% dos empregos e respondem por 27% do PIB.

    A ideia é mostrar que de pequeno em pequeno negócio se constrói um grande país. Que os pequenos negócios geram empregos e fazem a economia girar de norte a sul, impulsionando o desenvolvimento social das comunidades onde atuam e promovendo a melhoria da qualidade de vida.  E que, por tudo isso, os pequenos negócios são importantes para os seus donos, mas são imprescindíveis para o equilíbrio social e econômico do Brasil.

    Participe!

    Para mais informações entre no site www.compredopequeno.com.br

     

    Compre do Pequeno

  • Compesca discute tributação e legislação em SP

    O Secretário Executivo da PEIXE BR, Francisco Medeiros, participou da reunião no COMPESCA, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no final de agosto. O evento contou com a presença do Ministro da Pesca e Aquicultura (MPA), Helder Barbalho.
    O coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura da Fiesp (Compesca), Roberto Imai, fez apresentação sobre as principais demandas do setor no Estado de São Paulo, principalmente em relação à questão de licenciamento ambiental e ao regime de ICMS adotado para o pescado, que está representando perda de competitividade para as empresas paulistas.
    Legenda da foto: Edson Kubo (Diretor do Instituto de Pesca), Roberto Imai (Coordenador da Compesca(, João Escorvo (APTA), Francisco Medeiros (Secretário Executivo da Peixe BR) e Newman Costa (Coordenadora Nacional de Aquicultura do Sebrae)