Categoria: Notícias

  • Inspirações e oportunidades para a agroindústria serão temas de simpósio global

    Inspirações e oportunidades para a agroindústria serão temas de simpósio global

    Os principais desafios apresentados à agroindústria na atualidade e as inspirações e oportunidades para superá-los serão debatidos em encontro global que acontecerá entre os dias 25 e 27 de maio. O Alltech ONE Simpósio de Ideias (ONE) será realizado virtualmente, com tradução simultânea para português na maioria das palestras, e abordará temas relacionados à aquicultura, bovinos de corte, agricultura, bovinos de leite, equinos, saúde e bem-estar, pets, suínos e aves.

    Entre os palestrantes confirmados estão Shirzad Chamine, autor do best-seller do New York Times “Inteligência Positiva”; Dewitt Jones, cineasta e fotojornalista com passagem pela National Geographic; David McWilliams, economista, radialista, autor de best-seller e professor da Trinity College Dublin e Dr. Mark Lyons, presidente e CEO da Alltech.

    Ao todo, serão mais de 40 tópicos discutidos ao longo da programação do evento. Em sua 37ª edição, o encontro da indústria agroalimentícia global, conduzido pela Alltech, mantém seu objetivo de ser uma referência valiosa para informações atualizadas do setor, reunindo formadores de opinião e agentes de mudança para explorar o poder da ciência, da sustentabilidade e da arte de contar narrativas importantes.

    A plataforma virtual do ONE fornecerá acesso a sessões temáticas sob demanda, transmissão de palestras e conversas ao vivo, com perguntas e respostas, pelos principais palestrantes. Além disso, este ano, os participantes poderão acessar uma rede interativa de contatos, que permitirá conexão com colegas de todo o mundo.

    ONE Solidário

    Mantendo o compromisso da Alltech com as comunidades em que atua, o Alltech ONE Simpósio de Ideias promove pela segunda vez o “ONE Solidário”. Nesta modalidade, a participação no evento será mediante doações em valores a partir de R$ 200, e toda a arrecadação será revertida para instituições de caridade como auxílio aos impactos causados pela pandemia de Covid-19.

    Os participantes terão acesso às apresentações do evento, networking, perguntas e respostas com palestrantes selecionados, acesso aos conteúdos sob demanda, podcast do ONE, salão de exposições virtuais e mais de 100 vídeos, conteúdo novo e premium publicado regularmente, além de ofertas exclusivas para o próximo ONE. Os interessados em realizar as doações e saber mais sobre o evento podem acessar aqui: https://go.alltech.com/pt-br/one21.

    Programação Aquicultura

    • A sustentabilidade pode ser uma vantagem competitiva na aquicultura?
    • Alimentando seu futuro: a mudança de face da ração aquícola
    • Do mar para a terra: a evolução da aquicultura
    • Escolha sua proteína: como a pandemia modificou os hábitos de compra
    • O grande concurso de cozinha internacional de camarões e pescados
  • Tilápia não ameaça espécies nativas e contribui para geração de renda e alimentos, de maneira sustentável, aponta artigo da revista Science

    Tilápia não ameaça espécies nativas e contribui para geração de renda e alimentos, de maneira sustentável, aponta artigo da revista Science

    “A tilápia não deve ser considerada ameaça para os peixes nativos, mas uma alternativa socioeconômica para o desenvolvimento do Brasil como país fornecedor de proteínas animais”. Esta afirmação é dos autores do trabalho “The way of environmental regularization on Tilapia farmed in neotropical reservoirs in Brazil” (A forma de regularização ambiental da tilápia cultivada em reservatórios neotropicais no Brasil), publicado em 14 de abril de 2021 no site da revista Science. 

    O texto, assinado pelo prof. Bruno Olivetti Mattos, do Departamento de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e contribuição do prof. Marcos Ferreira Brabo, da Universidade Federal do Pará; prof. Eduardo Antônio Sanches e o estudante de PhD Ricácio Luan Marques Gomes, ambos do Departamento de Engenharia de Pesca e Aquicultura e Centro de Aquicultura da Universidade de São Paulo; e Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), rebate, com argumentos científicos, a e-letter publicada no site da Science em janeiro de 2021, que colocou a tilápia como uma ameaça aos peixes nativos no Brasil.

     “A aquicultura é uma das atividades de produção de alimentos de origem animal mais promissoras do mundo, segundo a FAO/ONU”, diz o texto, assinado pelo professor Bruno Olivetti Mattos. “Apesar de sua importância econômica e social, há pontos de vista divergentes sobre essa realidade, como o artigo ‘A criação de tilápia ameaça as águas do Brasil’, publicada no site da Science, em janeiro de 2021. Nesse conteúdo, os autores deixam dúvidas sobre o tema e não fica claro porque a produção de tilápia pode ser uma ameaça às águas do Brasil. Alguns pontos levantados parecem ser mais opinião do que dados científicos que servem de base para tais conclusões”, rebate os autores, destacando que “apresentamos de forma concisa e eficaz a realidade que ocorre no país, considerando os resultados observados ao longo dos anos no setor da aquicultura”. 

    O artigo do professor Bruno Olivetti Mattos e colaboradores também detalha a legislação brasileira relacionada à produção de tilápia e de peixes nativos, destacando a exigência para limites da produção de tilápia tendo, exatamente, o objetivo de preservar as espécies nativas. Essas rígidas normas “contribuem para tornar a produção de peixes de cultivo mais ágil no Brasil, gerando mais empregos, renda e volume de produção, além de desenvolvimento sustentável, inclusão social e segurança alimentar”. 

    O texto também informa que a produção de peixes exóticos, como a tilápia, ocorre desde 1952 – há, portanto, 70 anos –, seguindo regulamentação dos órgãos federais competentes. O documento cita, inclusive, determinação do IBAMA em 1998 e em 2003 reconhecendo a presença de espécies exóticas (como a tilápia) em meios ambientes naturais e na infraestrutura de usinas hidrelétricas e lagos das usinas. “Somente 1% das áreas dos reservatórios pode ser usada com esse objetivo. Nenhum corpo aquático atingiu até o momento essa capacidade, o que demonstra a necessidade de promover a produção de peixes de cultivo de maneira sustentável”. 

    O conteúdo do prof. Bruno Olivetti Mattos e colaboradores no site da revista Science pode ser acessado na íntegra no link: science.sciencemag.org/content/371/6527/356/tab-e-letters

     

     

  • Representantes da aquicultura se reúnem para debater oportunidades e ameaças ao setor

    Representantes da aquicultura se reúnem para debater oportunidades e ameaças ao setor

    Francisco Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Piscicultura Peixe BR, participou na última segunda-feira (22) de mais uma etapa para o levantamento de informações visando a elaboração do Plano de Execução da Unidade (PEU).

    Representantes do setor produtivo da aquicultura e mais 12 centros de pesquisas da Embrapa estiveram reunidos em um workshop on line para discutir sobre as oportunidades e ameaças para a cadeia produtiva.

    Entre as ameaças mais ressaltadas pelos participantes está a dificuldade no licenciamento ambiental, visto como muito complexo, burocrático e demorado. Outro ponto destacado foi a necessidade de uma maior integração da pesquisa com o setor produtivo, de modo que se busque soluções para os principais gargalos, como sanidade, por exemplo. Também foram ressaltadas a falta de acesso dos pequenos produtores às tecnologias e a falta de políticas públicas para o setor, passando inclusive pela ausência de regulamentação específica para frigoríficos de pescado.

    Já entre as oportunidades elencadas pelos grupos, estão a necessidade de alinhamento do governo e sociedade para o planejamento estratégico da cadeia, com a criação de um marco regulatório ambiental nacional; simplificação do licenciamento ambiental, a fim de que os produtores possam, inclusive, terem acesso às linhas de crédito; sistemas mais intensivos, visando proporcionar maior economia de água, entre outras.

    Para Maurício Pessoa, diretor do Departamento de Ordenamento e Desenvolvimento da Aquicultura – SAP/MAPA, as informações geradas no workshop lhe trarão subsídios para a elaboração do Plano Nacional de Aquicultura 2032. “A gente está nesse processo (de levantamento de informações). Todos serão convidados para serem ouvidos, a fim de discutirmos os programas necessários para constar nesse plano, para que ele fique da melhor forma possível”, destaca ele, que complementa: “A gente tem trabalhado desde o início da gestão, discutindo com a Embrapa sobre quais caminhos tomar. O desafio ambiental é gigantesco. A gente tem conversado muito isso com o Francisco (da Associação Peixe BR) e representantes dos pequenos produtores”.

    Segundo Hellen Kato, uma das líderes do grupo de trabalho que vai elaborar o PEU, o próximo passo consiste na realização de um evento semelhante na próxima sexta-feira (26) visando levantar informações na área de sistemas agrícolas. Em seguida, haverá a compatibilização do que foi identificado como ameaças e oportunidades (apontadas pelos públicos externos) e com as forças e fraquezas (indicadas pelos empregados da Unidade). “A partir daí vamos traçar as estratégias que vão compor o Balanced Scorecard, que é onde vamos estabelecer, de fato, as metas da Unidade”, explica ela.

    Alguns dos participantes do evento foram Nestor Braun, da Copacol; Felipe Weber, representando o Sebrae Nacional; Francisco Medeiros, presidente da Associação Brasileira da Piscicultura Peixe BR; Ronaldo Cavalli, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (Aquabio); Ricardo Ribeiro da Universidade Estadual de Maringá e associado da Peixe BR, entre outros, num total de 32 participantes. Também estiveram na reunião pesquisadores das Unidades Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), Agropecuária Oeste (Dourados-MS), Agrossilvipastoril (Sinop-MT), Amazônia Ocidental (Manaus-AM), Amazônia Oriental (Belém-PA), Rondônia (Porto Velho-RO), Acre (Rio Branco-AC), Amapá (Macapá-AP), Roraima (Boa Vista-RR), Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro-RJ), Meio Ambiente (Jaguariúna-SP) e Cocais (São Luis-MA).

  • Peixe BR pede ajuda ao MAPA para habilitação de frigoríficos de peixes de cultivo para exportação à UE

    Peixe BR pede ajuda ao MAPA para habilitação de frigoríficos de peixes de cultivo para exportação à UE

    A Associação Brasileira a Piscicultura (Peixe BR), entidade representativa da cadeia de produção de peixes de cultivo no país, enviou ofício à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina, solicitando apoio para habilitação dos frigoríficos de peixes de cultivo no Brasil para exportação à União Europeia.

    “Já estamos no terceiro ano de suspensão das exportações de peixes de cultivo, especialmente de tilápia e seus subprodutos, decorrente de não conformidade em barcos de pesca que em nada diz respeito à piscicultura”, relata o presidente executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros.

    O dirigente destaca que a piscicultura não tem como intervir na pesca para que atenda às não conformidade nos seus respectivos barcos. Dessa forma, “solicitamos empenho do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento nesta importante ação, atuando junto ao órgão de sanidade da União Europeia para que vistorie e libere as plantas de peixes de cultivo no Brasil”.

  • Confaz aprova Convênio 100/1997

    Confaz aprova Convênio 100/1997

    O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) renovou, até 31 de dezembro de 2025, o Convênio 100/1997, que reduz a base de cálculo do ICMS dos insumos agropecuários.

    Somente os fertilizantes ficam de fora do benefício, tendo tributação progressiva, começando em 1% em 2022, até chegar a 4% em quatro anos tanto em operações internas quanto interestaduais. Estão mantidas as desonerações sobre ração animal e defensivos agrícolas entre outros itens. A renovação foi aprovada por unanimidade.

    “A renovação do Convênio 100/1997 até 2025 é a vitória de uma longa batalha das cadeias produtivas, inclusive dos peixes de cultivo. A Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) deu sua contribuição, a partir de contatos seguidos com as autoridades estaduais. Até então, o convênio vinha sendo renovado ano a ano sem alteração.

  • Nota de esclarecimento: Tilápia não provoca Síndrome de HAFF

    Nota de esclarecimento: Tilápia não provoca Síndrome de HAFF

    A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), entidade de âmbito nacional que reúne os diversos elos da cadeia produtiva dos peixes de cultivo, esclarece que a tilápia não pode ser responsabilizada nem ter sua imagem associada a eventuais casos da Síndrome de Haff (Doença da Urina Negra) em seres humanos. Divulgações nesse sentido decorrem de desconhecimento e desinformação de alguns veículos de comunicação.

    A ciência comprova que a Síndrome de Haff, sim, pode ser causada pela ingestão de peixes marinhos (água salgada) contaminados.

    O Brasil é o 4º maior produtor mundial de tilápia. A cadeia de produção dessa espécie é industrial e verticalizada. A tilápia é criada em água doce, com total rastreabilidade. As empresas produtoras utilizam rígidos protocolos sanitários e de bem-estar animal, conferindo à tilápia status de alta segurança alimentar.

    Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR)

  • Piscicultores de pequeno e médio portes poderão ser liberados do licenciamento ambiental

    Piscicultores de pequeno e médio portes poderão ser liberados do licenciamento ambiental

    A proposta, pleito antigo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), faz parte do projeto de leite 09/2021, do senador Zequinha Marinho (PSC-PA).

    São considerados piscicultores de pequeno porte aqueles com estabelecimento de até 5 hectares de lâmina d’água em tanque escavado e represa ou volume de até 5 mil metros cúbicos de água em tanque-rede, tanque revestido ou tanque suspenso.

    As empresas de médio porte têm mais de 5 hectares e, no máximo, 50 hectares de lâmina d’água com mais de 1.000 metros cúbicos.

    “A aquicultura é de extrema importância para o país, gerando receita de mais de R$ 5 bilhões por ano, conforme a Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, a atividade enfrenta excessiva carga tributária e entraves burocráticos”, assinala o senador Zequinha Marinho.

    Esse pleito é, literalmente, um divisor de águas para a piscicultura brasileira já que desburocratiza a instalação e operação dos pequenos e médios empreendimentos, mantendo o respeito dos produtores às normas ambientais”, explica Francisco Medeiros, presidente da Peixe BR.

  • Piscicultura cresce 5,93% em um ano marcado por semestres distintos

    Piscicultura cresce 5,93% em um ano marcado por semestres distintos

    Em um ano marcado pelas incertezas e desafios, a piscicultura brasileira teve desempenho positivo, com crescimento de 5.93%. Com isso, a produção de peixes de cultivo saltou para 802.390 t sobre 2019 (758.006 t), aponta o levantamento exclusivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) para o Anuário Peixe BR 2021. Foi o segundo melhor desempenho desde 2014, ano em que a Peixe BR foi fundada e iniciou o levantamento da produção nacional.

    O resultado de 2020 é muito bom, porém o ano foi dividido em duas fases distintas. A pandemia acertou a atividade em cheio nas semanas anteriores à Semana Santa, o “Natal da piscicultura”. As vendas despencaram e trouxeram muita preocupação para os diversos elos da cadeia produtiva. “Foi preciso refazer planos, ajustar custos e redobrar a atenção)”, assinala Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

    Com o cenário da pandemia mais ajustado, o segundo semestre de 2020 foi o melhor da piscicultura nos últimos anos. O consumo interno cresceu com consistência e o setor respondeu com maior oferta. Como resultado, os preços aos produtores ficaram em níveis consistentes e os elos da cadeia puderam não apenas recuperar os prejuízos da primeira parte do ano mas avançar e fechar o balanço no azul.

    O resultado somente não foi melhor devido à pressão dos custos, especialmente das matérias-primas importantes para composição da ração. Em 2020, o dólar saltou cerca de 40%. As indústrias de nutrição animal não conseguiram repassar todas as despesas extras, mas o aquecimento do mercado possibilitou algumas manobras que surtiram resultado.

    A tilápia foi o destaque de 2020. A produção brasileira cresceu 12,5%, atingindo 486.155 toneladas (contra 432.149 t do ano anterior). Com esse excelente desempenho, a espécie consolidou-se ainda mais no cenário nacional. Sua participação na produção total de peixes de cultivo passou para 60.6% (foi de 57% em 2019).

    Os peixes nativos continuam representando um segmento muito importante da piscicultura brasileira, porém teve sua participação reduzida. A produção de 278.671 t em 2020 foi 3,2% menor que as 287.930 t do ano anterior: foram 9.259 toneladas a menos em um ano.

    As outras espécies (carpa, truta e pangasius, principalmente) mostraram bom desempenho, com crescimento de 10,9%. Destaque para o pangasius, que ganha espaço na produção – especialmente na região Nordeste. Em 2020, estas espécies somaram 38.104 t contra 34.370 t de 2019

  • Peixe BR cria comitês de Tilápia e Peixes Nativos para fortalecer desenvolvimento da piscicultura brasileira

    Peixe BR cria comitês de Tilápia e Peixes Nativos para fortalecer desenvolvimento da piscicultura brasileira

    Foto: Wenderson Araujo CNA-Brasil

    Após instituir o Comitê de Sanidade, a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), entidade que reúne os diversos elos da cadeia da produção de peixes de cultivo no Brasil, criou o Comitê de Tilápia e o Comitê de Peixes Nativos, específicos para as mais importantes espécies produzidas no país e formados por representantes das empresas associadas à Peixe BR.

    “A tilápia representa aproximadamente 60% da produção de peixes de cultivo no Brasil. E os peixes nativos participam com outros 35%. É responsabilidade da Peixe BR dar atenção especial às necessidades, pleitos e exigências desses segmentos”, explica Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura.

    O Comitê de Tilápia é coordenado por Celso Junqueira, da Damata Aquacultura. O Comitê de Peixes Nativos tem a coordenação de Bruno Leite, da Zaltana Pescados.

    “A piscicultura é uma importante atividade de milhares de municípios brasileiros e tem um enorme potencial a ser explorado. No comitê, criamos um ambiente adequado para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva, contribuindo para gerando empregos e renda, movimentar a economia e levar peixes de cultivo de qualidade para a mesa da população”, destaca Celso Junqueira. O Brasil é o 4º maior produtor mundial de tilápia.

    “São inúmeros os benefícios do consumo de peixes. Por isso, a atividade tem de se profissionalizar cada vez mais para atender aos mercados interno e externo.  Conhecemos de perto os problemas e desafios que temos pela frente e vamos somar forças para chegar às melhores soluções e valorização dos peixes nacionais”, afirma Bruno Leite, coordenador do Comitê de Peixes Nativos.

    “Os componentes dos comitês da Peixe BR conhecem as necessidades da piscicultura. Por isso, os comitês são tão relevantes. Eles contam com profissionais, produtores e empresas que têm clareza nas prioridades nas várias frentes para fortalecer as cadeias da tilápia e de peixes de cultivo que, juntas representam mais de 95% da piscicultura brasileira”, destaca Francisco Medeiros.

    Os comitês terão reuniões periódicas para discussão dos principais temas ligados às espécies, apresentar propostas e executá-las, contribuindo com a cadeia de produção de peixes de cultivo no Brasil.

    Os associados da Peixe BR que desejam participar dos Comitês de Tilápia e Peixes Nativos devem enviar e-mail para: comunicacao@peixebr.com.br