Autor: PeixeBR

  • SINAU atualiza status das áreas aquícolas do Brasil

    SINAU atualiza status das áreas aquícolas do Brasil

    O Departamento de Aquicultura do SEAP disponibilizou hoje um mapa com informações precisas sobre todas as áreas e parques aquícolas do país. A partir dessa ferramenta, os piscicultores conseguem visualizar a disponibilidade desses espaços e, em caso de interesse, iniciar o processo de cessão de uso de espaço físico de corpos d’água de domínio da União para fins de aquicultura.

    A PEIXE BR parabeniza a iniciativa do Departamento de Aquicultura, pois agora o produtor terá mais facilidade em checar o andamento do seu projeto. Aguardamos que o próximo governo priorize as ações de regularização dos processos de Águas da União.

    Mapa com situação das solicitações de espaço físico de águas da União para fins de aquicultura:
    https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?ll=-23.37376402529067%2C-53.311498188833184&z=7&mid=1bhdK2MkwxIOs77Q5-9OB8fGr1ZhdS35B

    Regularização do processo de cessão de área aquícola:
    http://www.secretariageral.gov.br/estrutura/seap/aquicultura-em-aguas-da-uniao/autorizacao-de-uso

  • III Feira Nacional de Peixes Nativos de Água Doce em MT oferece experiências de culinária, exposições e palestras

    III Feira Nacional de Peixes Nativos de Água Doce em MT oferece experiências de culinária, exposições e palestras

    A Feira aconteceu nos dias 13 e 14 de novembro e contou com Espaço Gastronômico, Exposição de Máquinas e equipamentos, Frigorífico Experience e Cozinha Show para quem tivesse interesse em aprender algumas receitas.

    Francisco Medeiros, presidente executivo da PEIXE BR, falou sobre a organização setorial da piscicultura no Brasil durante o Seminário de Tendência e Tecnologia na Aquicultura, realizado durante o encontro. Dentre os diversos assuntos abordados durante o Seminário, alguns foram voltados diretamente para Piscicultura: Redução de Desperdícios nas Pisciculturas, Piscicultura e Turismo Rural e como novas tecnologias podem ajudar o piscicultor.

    O evento reuniu mais de 420 pessoas de 12 estados diferentes: Mato grosso, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Acre, Santa Catarina, Amazonas e Roraima.

  • Peixe BR se reúne com BNDES para tratar de assuntos importante para a piscicultura

    Peixe BR se reúne com BNDES para tratar de assuntos importante para a piscicultura

    Dentre os assuntos discutidos na reunião estão:

    – As Linhas FINEM (Incentivada B) e GIRO. Um produto com linhas de financiamento acima de R$ 10 milhões voltadas para projetos de investimento. Saiba mais: https://goo.gl/TuhrRN

    – A atuação das empresas e Cooperativas como âncoras na estruturação de operações de crédito.

    – O apoio na exportação de peixes pelas linhas BNDES-EXIM. Que abrangem opções como: Exim Pré-Embarque, Exim Pós-Embarque e Exim Automático. Saiba mais: https://goo.gl/LENnRJ

    – O apoio a aquicultura nas linhas equalizadas do governo federal operadas pelo BNDES.

    Além desses quatro tópicos a EMBRAPA apresentou o negócio de tilápia no Brasil e, principalmente, o impacto do DRAWBACK no custo de produção e aumento da competitividade da tilápia para exportação.

    Sobre o Drawback: O regime aduaneiro especial de drawback, instituído em 1966 pelo Decreto Lei nº 37, de 21/11/66, consiste na suspensão ou eliminação de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto exportado. O mecanismo funciona como um incentivo às exportações, pois reduz os custos de produção de produtos exportáveis, tornando-os mais competitivos no mercado internacional. A importância do benefício é tanta que na média dos últimos 4 (quatro) anos, correspondeu a 29% de todo benefício fiscal concedido pelo governo federal. Saiba mais: https://goo.gl/8zaA8t

    Estiveram presentes na reunião os representantes das empresas associadas da PEIXE BR: Netuno (Adriano), Tilabras (Nicolas|), Dafonte Aquicultura (Ricardo), Geneseas (Roberto), Cristalina (Guilherme), Piracema (Felix), MFoods (Rosemary).

    Além dos representantes do BNDES, estiveram presente representante da SEAP (João Crescencio e Rui) e da Embrapa Pesca e Aquicultura (Manoel).

  • Peixe BR se reune com o IBGE no Rio de Janeiro

    Peixe BR se reune com o IBGE no Rio de Janeiro

    A PEIXE BR se reuniu com a coordenadora da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) do IBGE e o o coordenador do censo agropecuário 2017, Antônio Florido, no IBGE no Rio de Janeiro. A reunião teve como objetivo discutir os últimos resultados do IBGE e contribuir com os ajustes necessários para que no próximo ano saiam os resultados definitivos do censo agropecuário.
    A Entidade também solicitou relatórios específicos dos dados coletados no censo e que possam atender as informações de toda a cadeira produtiva da piscicultura.

  • O Brasil Rural entrevistou Francisco Medeiros,  presidente executivo da Peixe BR, sobre o II Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura

    O Brasil Rural entrevistou Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR, sobre o II Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura

    Nesta quarta-feira (07), o Brasil Rural entrevistou Francisco Medeiros,  presidente executivo da Associação Brasileira de Piscicultura – Peixe BRsobre o II Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura, evento que ocorre no dia 08 de novembro.  O objetivo é fazer acordos com a Noruega para a melhoria da competitividade da aquicultura no Brasil. “A indústria da Noruega é a mais desenvolvida tecnologicamente no mundo”, afirma.

    De acordo com Francisco, como as principais empresas de aquicultura são do país nórdico, o objetivo do mercado brasileiro é se aproximar dessas empresas para trazer soluções e resolver os gargalos tecnológicos que existem no Brasil.

    O II Encontro Noruega-Brasil de aquicultura acontece nesta quinta-feira (8) no Auditório do 4º andar da FIESP,  Avenida paulista, 1313 , São Paulo.

    Escute a entrevista na íntegra:

    Brasil Rural vai ao ar, de segunda a sexta-feira, às 5h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional AM Rio; sábado, às 5h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões e, às 7h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional da Amazônia.

    Fonte: EBC

  • Piscicultura espera voltar ao âmbito do MAPA no novo governo

    Piscicultura espera voltar ao âmbito do MAPA no novo governo

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) aguarda, com expectativa positiva, a definição dos nomes que comporão o próximo governo para tratar dos temas mais importantes relacionados à cadeia produtiva dos peixes de cultivo, responsáveis por movimento superior a R$ 5,4 bilhões anuais, mais de 1 milhão de empregos diretos e indiretos e 691.700 toneladas de alimentos em 2017.

    A mais importante demanda da PEIXE BR e de toda a cadeia da produção de peixes de cultivo é o retorno da atividade ao âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), destino tido como natural para abrigar a Aquicultura, uma vez que lá já estão as indústrias de insumos (genética, sanidade e nutrição), além da promoção da produção no exterior.

    “A PEIXE BR e a Piscicultura brasileira como um todo têm grande e positiva expectativa em relação ao novo governo e espera que a atividade volte a estar abrigada no MAPA, de onde nunca deveria ter saído”, diz a diretoria da Associação Brasileira da Piscicultura.

  • Associada da Peixe BR participa de missão internacional para atrair investidores para o agronegócio

    Associada da Peixe BR participa de missão internacional para atrair investidores para o agronegócio

    A Escama Forte, empresa associada da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) participa da Asia Investor Roadshow Agribusiness – AIRSA, ação que tem como objetivo a prospecção de investimentos e parcerias estratégicas entre empresas brasileiras e investidores estrangeiros do agronegócio. A missão é coordenada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

    “Ser convidado para esse missão internacional mostra a força da Peixe BR como entidade representativa de Piscicultura nacional. Trabalhamos para o fomento e a valorização da atividade e um dos pilares é a aproximação com o MAPA e a APEX, que possibilitam essa importante oportunidade para geração de negócios de nossa associada”, ressalta Francisco Medeiros, presidente-executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).

    A missão AIRSA passará por Emirados Árabes, Singapura, China e Japão entre 29 de outubro e 10 de novembro. Serão realizadas reuniões one-to-one com investidores, visitas técnicas, mesas-redondas e rodadas de investimentos. A Apex-Brasil também dará suporte para que empresas brasileiras agendem reuniões privadas com potenciais investidores e parceiros internacionais.

    “Vamos percorrer a Ásia com o objetivo de mostrar o importante trabalho de profissionalização da Aquicultura brasileira. Nosso potencial de crescimento é enorme e as apresentações serão fundamentais para os investidores entenderem o funcionamento da nossa cadeia produtiva. Além disso, uma viagem de negócios como essa nos dá a oportunidade de entender as necessidades do mercado internacional e, com base nisso, construir um relacionamento mais próximo a longo prazo”, explica André Camargo, diretor da Escama Forte.

  • Laboratório do Centro de Ciências Agrárias desenvolve vacina trivalente para tilápia

    Laboratório do Centro de Ciências Agrárias desenvolve vacina trivalente para tilápia

    Pesquisadores do Laboratório de Bacteriologia de Peixes (LABBEP) da UEL, do Centro de Ciências Agrárias (CCA), estão bem próximos de encontrar vacina trivalente capaz de imunizar tilápias – peixe de água doce mais consumido pela população brasileira – das principais doenças que atacam os criadouros, dois subtipos (sorotipos Ib e III) de estreptococose e da franciselose, causadas por bactérias e que podem provocar sérios prejuízos aos produtores. Embora não existam relatos de malefícios aos seres humanos, a vacina é recomendada por ser um tratamento acessível, proporcionando rentabilidade e maior taxa de sobrevida dos peixes.

    O Laboratório já desenvolveu vacina bivalente contra a estreptococose (com eficácia de 98%) e a expectativa é concluir os testes para apresentar ao mercado nova tecnologia capaz de combater as três principais bactérias que afetam a produção comercial de tilápias. Para se ter a dimensão da importância desta cadeia, a produção brasileira de Tilápia em 2017 alcançou 357 mil toneladas, de acordo a Associação Brasileira da Piscicultura, volume considerado bastante expressivo e que coloca o Brasil entre os quatro maiores produtores do mundo, atrás de China, Indonésia e Egito.

    O coordenador do LABBEP, professor Ulisses de Pádua Pereira, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, acredita que até o final de novembro tenha avançado esta primeira fase de testes da vacina trivalente. Ele explica que Streptococcus agalactiae (principal causador da estreptococose) é uma bactéria que permanece externamente às células dos peixes, enquanto a bactéria causadora da franciselose tem capacidade de sobreviver e se multiplicar intracelularmente, o que dificulta o estudo. Os testes buscam testar a eficácia da vacina. De acordo com o professor, o próximo passo será rastrear nos genomas das bactérias – os quais foram sequenciados e publicados pela equipe – alvos vacinais da superfície destes patógenos, que poderão auxiliar no controle e na prevenção das doenças. Os pesquisadores já conseguiram sequenciar cinco genomas completos de bactérias.

    Pelo menos dois mestrandos do Programa de Ciência Animal, do CCA, estão debruçados nesta fase do estudo. A estudante Raffaella Mainardi, que desenvolve a vacina, e César Facimoto, responsável pela pesquisa em bioinformática, e faz os modelos de sequenciamento genético que também auxiliam no desenvolvimento das vacinas. O laboratório conta ainda com mais um mestrando, um doutorando, três médicos veterinários residentes e cinco alunos bolsistas.

    O professor explica que a vacina é indicada para tilápias com 30 gramas . O peixe atinge o estágio comercial quando chega a pelo menos 900 gramas, o que demanda cinco a seis meses nos criadouros. A vacinação é feita pelo próprio produtor, no abdômen do peixe, em dose única de 0,05 ml. Para vacinar, a recomendação é retirar um lote de peixes do criadouro e separá-los para a anestesia, que pode ser feita em recipiente com água e óleo de cravo ou benzocaína.

    O anestésico deixa o peixe sonolento para receber a dose. Posteriormente, ele volta para o tanque, sem qualquer comprometimento físico. De acordo com o professor Ulisses, ao contrário do que aparenta, a vacinação é fácil e rápida. Segundo ele, um tratador com prática pode vacinar até 10 mil peixes por dia.

    Linhas de pesquisa – Além do desenvolvimento de vacinas, o LABBEP da UEL trabalha com outras duas linhas de pesquisa. A bioinformática, que sequencia genoma de bactérias, com o objetivo de controle e prevenção de doenças. Outra linha é o desenvolvimento e validação de probióticos, produtos que utilizam microorganismos vivos os quais irão resultar em efeitos benéficos para os peixes, sejam no estímulo do sistema imune, competição na microbiota intestinal ou no auxílio ao aproveitamento dos nutrientes ingeridos. Nesta segunda linha de pesquisa, o Laboratório trabalha com duas bactérias atualmente.

    Mercado – A importância do estudo desenvolvido na UEL ganha força a partir da tendência mundial que coloca o peixe como a proteína animal mais produzida no planeta. A estimativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização da Alimentação e Agricultura da ONU (FAO) é que a produção global de peixes de cultivo ultrapassará a produção de peixes de captura a partir de 2020. A produção de peixes de cultivo cresceu 60% entre 2007 e 2017, chegando a 80 milhões de toneladas.

    No Brasil a piscicultura cresceu 8% em 2017, terminando o ano com a produção de 691.700 toneladas de peixes cultivados. Com este resultado, a atividade voltou ao eixo normal de crescimento, após enfrentar dificuldades em 2016, com redução dos investimentos e queda no consumo. O Paraná é o primeiro produtor brasileiro, tendo registrado produção de 112 mil toneladas no ano passado.

    A Tilápia é a mais importante espécie de peixe cultivado no Brasil. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Piscicultura, a espécie representa 51,7% da piscicultura nacional, com 357.639 toneladas em 2017. A segunda posição não é de uma espécie em si, mas de uma categoria, os nativos – tambaqui, carpa e truta. Os dados são do Anuário 2018 da Associação Brasileira da Piscicultura.

    Fonte: UEL – Universidade Estadual de Londrina

  • Peixe BR e Innovation Norway promovem 2ª Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura

    Peixe BR e Innovation Norway promovem 2ª Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura

    A indústria da aquicultura da Noruega tem muito a oferecer ao Brasil, especialmente em relação à tecnologia nos processos de produção. O Brasil, por sua vez, tem um grande potencial de crescimento na atividade, o que desperta o interesse das indústrias norueguesas. Essa combinação de interesses é o ponto central do 2º Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura, iniciativa da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) e da Innovation Norway, programdo para o dia 8 de novembro de 2018, a partir das 9h, na sede da Fiesp, em São Paulo.

    “O encontro reunirá os principais players de indústria aquícola da Noruega e as mais importantes empresas de piscicultura do Brasil. O objetivo é fortalecer a cooperação entre os dois países e gerar negócios”, explica Francisco Medeiros, presidente executivo da PEIXE BR. Além das discussões teóricas, está Rodada de Negócios entre empresas norueguesas e brasileiras.

    “Em 2017, o Brasil produziu 691.700 toneladas de peixe cultivado. O resultado superou em 8% o resultado do ano anterior, porém ainda está muito aquém do potencial do país. No encontro 2º Noruega-Brasil, serão enfatizadas as modernas tecnologias e soluções inovadoras que certamente contribuirão para a profissionalização e o crescimento da atividade no Brasil, inclusive alavancando a produtividade”, pontua Francisco Medeiros.

    O presidente da PEIXE BR destaca que as conversas entre os empresários noruegueses e brasileiros acontecem durante o ano todo, mas o encontro é uma oportunidade de estreitar ainda mais os interesses comerciais. “Como resultado do encontro realizado em 2017, uma missão de empresários brasileiros visitou a Noruega este ano para conhecer as modernas tecnologias in loco”.

    “A Noruega enxerga o Brasil como um mercado promissor para o desenvolvimento da aquicultura. Nossas condições são extremamente favoráveis. Temos clima tropical e oferta de água doce, além de uma crescente demanda interna e potencial para exportação”, explica Francisco Medeiros.

    O 2º Encontro Noruega-Brasil de Aquicultura tem o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e Royal Norwegian Embassy.

    Serviço:
    II ENCONTRO NORUEGA-BRASIL DE AQUICULTURA
    Dia 08 de Novembro de 2018, entre 9h e 18h
    Local: FIESP: Av. Paulista, 1313 – Auditório do 4º andar – São Paulo – SP
    Inscrições: comunicacao@peixebr.com.br (enviar nome completo, empresa, cargo, área de atuação, e-mail e telefone)