Autor: PeixeBR

  • Confira a programação do II Encontro Noruega Brasil de Aquicultura em São Paulo

    Confira a programação do II Encontro Noruega Brasil de Aquicultura em São Paulo

    A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), a Innovation Norway, a Royal Norwegian Embassy convidam para o II Encontro Noruega Brasil de Aquicultura.

    A segunda edição do encontro anual reunirá os principais players da indústria norueguesa e brasileira de aquicultura. O evento terá ênfase em tecnologias e soluções inovadoras, além de contar com Rodada de Negócios entre empresas norueguesas e brasileiras. Participe! O evento é gratuito.

    SERVIÇO:

    08 de novembro de 2018
    Das 9h00 às 18h00
    Local: PRÉDIO DA FIESP
    Av. Paulista, 1313 – Auditório do 4º andar – São Paulo – SP

    PROGRAMAÇÃO

    8h30 – Chegada dos convidados

    09h30 – Abertura

    Apresentação dos Painéis:

    09h50 – Painel I – Cenário do Mercado de Pesca e Aquicultura Norueguês:

    10h10 – Apresentação das empresas norueguesas

    11h10 – Painel II – Cenário do Mercado de Pesca e Aquicultura Brasileiro:

    11h30 – Apresentação das empresas brasileiras

    12h15 – Dinâmica da Rodada de Negócios Noruega-Brasil (introdução da rodada de negócios que ocorrerá no período da tarde).

    12h30 – Almoço

    14h – Rodada de Negócios – Salas do 11º andar

    18h – Encerramento da Rodada de Negócios

    Para se inscrever no evento será necessário encaminhar nome completo, CPF, e-mail individual, telefone ou celular dos participantes, empresa ou entidade que representa. As informações citadas são importantes para liberar acesso ao prédio e para receber a confirmação da inscrição. As vagas são limitadas! Inscrições através do e-mail: compesca@fiesp.com.br

    Rodada de Negócios

    A rodada de negócios tem o objetivo de reunir em um único local, empresas norueguesas e brasileiras da cadeia da pesca e aquicultura, criando um clima propício a geração de negócios, por meio de reuniões pré-agendadas entre empresas que tenham interesses complementares.

    Para participar, acesse o Sistema de Rodada de Negócios Internacional, faça seu cadastro e selecione a Rodada de Negócios em andamento: https://goo.gl/cjLhxh

  • A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lança campanha: Um mundo #fomezero para 2030 é possível

    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lança campanha: Um mundo #fomezero para 2030 é possível

    Em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação, celebrado no dia 16 de outubro, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou a campanha “Um mundo #fomezero para 2030 é possível”. O objetivo é sensibilizar a sociedade para a importância de ações do combate à fome e ao desperdício de alimentos e para a necessidade de desenvolvimento de uma agricultura mais sustentável.

    Após um período de declínio, a fome no mundo está em ascensão novamente. Hoje, mais de 820 milhões de pessoas sofrem de desnutrição crônica, de acordo com o último relatório da FAO sobre segurança alimentar e nutrição. “Conflitos, eventos climáticos extremos ligados à mudança climática, desaceleração econômica e aumento rápido dos níveis de sobrepeso e obesidade estão revertendo o progresso alcançado na luta contra a fome e a desnutrição”, diz a organização.

    De acordo com a FAO, enquanto milhões passam fome outros 672 milhões sofrem de obesidade e 1,3 bilhão estão acima do peso. A cada ano, 3,4 milhões de pessoas morrem por causa do sobrepeso e obesidade. Por outro lado, 45% da mortalidade infantil está relacionada à desnutrição.

    Economia rural
    De acordo com a FAO, para erradicar a fome é preciso uma transformação da economia rural, já que 70% dos pobres do mundo vivem em áreas rurais, dependentes da agricultura, pesca ou silvicultura. “Os governos devem criar oportunidades para maiores investimentos do setor privado na agricultura, ao mesmo tempo em que impulsionam os programas de proteção social para os vulneráveis e ligam os produtores de alimentos às áreas urbanas”, defende a organização.

    Além disso, os pequenos agricultores precisam adotar novos métodos agrícolas sustentáveis, para aumentar a produtividade e a renda. Segundo a FAO, garantir a resiliência das comunidades rurais requer uma abordagem consciente do meio ambiente, que aproveite o poder da inovação tecnológica e crie oportunidades de emprego estáveis. Até 2050, a agricultura precisará produzir 50% mais alimentos para alimentar a população.

    Mas a organização alerta que o emprego e o crescimento econômico não são suficientes, especialmente para aqueles que enfrentam conflitos e sofrimento. “O Fome Zero vai além da resolução de conflitos e do crescimento econômico, adotando a abordagem de longo prazo para construir sociedades pacíficas e inclusivas”, alerta a agência.

    Os eventos do Dia Mundial da Alimentação são organizados em mais de 150 países para promover conscientização e ação global sobre a necessidade de garantir a segurança alimentar e dietas nutritivas para todos. O tema da campanha deste ano também demonstra o compromisso dos países com a agenda de desenvolvimento sustentável. Um dos objetivos é, até 2030, acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.

    Concurso de cartazes
    A FAO convida ainda crianças e adolescentes a participarem do concurso para a criação de um cartaz sobre a campanha mundial Fome Zero. Os participantes devem ter entre 5 a 19 anos. Os desenhos podem ser fotografados ou escaneados e enviados pela página do concurso.

    As inscrições vão até 9 de novembro. Três vencedores em cada faixa etária ganharão uma bolsa de presentes surpresa, um certificado de reconhecimento e terão seus trabalhos expostos na sede da FAO em Roma, na Itália.

    Fonte: Agência Brasil – Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

  • MT: demanda por pescado deve crescer até 30% no último trimestre

    MT: demanda por pescado deve crescer até 30% no último trimestre

    Além de líder na produção de grãos e dono do maior rebanho bovino do país, Mato Grosso mostra seu potencial na piscicultura. O estado é o quarto maior produtor do país, segundo a Associação Brasileira de Piscicultura. Foram 62 mil toneladas em 2017, crescimento de 3,5% na comparação com o ano anterior.

    Entre os motivos do avanço está a demanda, considerada firme e crescente. Para o fim do ano, aliás, ela tende a ficar ainda mais aquecida, de acordo com o presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros. A expectativa é de que a procura por pescado fique até 30% maior no último trimestre, impulsionada pelo período de defeso animal (conhecido como piracema) – quando praticamente não há oferta de peixes de rio – e, principalmente, porque devido às condições climáticas do estado, a proteína se torna mais atrativa aos consumidores, por ser uma carne mais “suave” para ser consumida no clima quente. No cenário nacional a demanda neste período também deve crescer, avalia Francisco, mas em escala mais tímida.

    O presidente da Peixe BR também reafirma a expectativa de novo avanço na produção de pescado no país, que no ano passado saltou 8%, ficando na casa de 691 mil toneladas. Para este ano, a previsão é de um crescimento superior a 10%.

    “E esta taxa poderia ser ainda maior”, afirma Francisco. Ele explica que antes da greve dos caminhoneiros, a perspectiva era de avanço acima de 10%. Porém, o setor ainda vem se recuperando do mês difícil enfrentado pelos piscicultores. “Alguns produtores ficaram de 3 a 4 semanas sem conseguir comercializar e fazer o transporte e, mesmo após o fim da greve, esse produtor não vendeu dobrado, o consumo continuou no mesmo ritmo”, explica o presidente.

    Blog Canal Rural – Mato Grosso / Veja na íntegra: https://tv.uol/17SfN

  • Atenção à escolha dos peixes. Eles precisam estar frescos!

    Atenção à escolha dos peixes. Eles precisam estar frescos!

    Saudável e nutritivo, o peixe aos poucos entra na rotina alimentar das pessoas, mas ainda enfrenta alguns tabus ligados ao sabor e preparo.

    “A Piscicultura é uma cadeia produtiva em expansão e em profissionalização, que aposta nas boas práticas em todas as etapas da produção: das fazendas de peixes aos supermercados. Além disso, os peixes de cultivo têm inspeção e somente são comercializados porque cumprem toda a legislação sanitária, como as demais proteínas animais”, explica Francisco Medeiros, presidente-executivo da Associação Brasileira de Piscicultura (PEIXE BR).

    Assim, fica aqui uma recomendação da PEIXE BR: verifique sempre se os peixes de cultivo estão em boas condições de aparência, forma, embalagem e frescor. Esses itens representam que o ciclo de produção, processamento e comercialização está seguindo todas as normas da legislação em vigor.

    “A Piscicultura brasileira está muito avançada. Os produtores são tecnificados e têm acesso às boas práticas sobre a criação de peixes em cativeiro. Os peixes de cultivo, por exemplo, não têm aquele gosto de barro, que durante muito tempo foi tabu para a atividade”, destaca Francisco Medeiros.

    “Nosso papel como entidade representativa e de fomento da Piscicultura brasileira é divulgar informações sobre o padrão de qualidade do peixe de cultivo nacional e esclarecer todas as dúvidas dos consumidores sobre a atividade. Afinal, peixe é bom, é saudável e é saboroso”, reforça o presidente da PEIXE BR.

    Semana do Peixe – Com o objetivo de difundir informações sobre os peixes de cultivo do Brasil e contribuir para o aumento do consumo dessa proteína saudável e de qualidade, a PEIXE BR realiza uma campanha nacional como parte da ação “Semana do Peixe”, com iniciativas em todo o país para sensibilizar e engajar os vários agentes da cadeia produtiva, como produtores, indústrias, varejistas, restaurantes e food service, contribuindo para a escolha certa dos consumidores.

    Mais informações: www.peixebr.com.br

    Acompanhe a PEIXE BR no instagram e facebook

  • Laudo elaborado pela Embrapa Pesca e Aquicultura viabiliza drawback para exportação

    Laudo elaborado pela Embrapa Pesca e Aquicultura viabiliza drawback para exportação

    A Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas, TO) elaborou um laudo técnico que vai viabilizar a isenção de impostos federais como IPI, PIS e Cofins  na compra de insumos utilizados na produção de tilápia para exportação. A prática da chamada drawback – comum no mercado de suínos e aves – agora será possível também para a comercialização do peixe no mercado externo. O laudo com a planilha de equivalência de insumos foi aprovado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e será utilizado na concessão do benefício aos exportadores.

    Na última segunda-feira (24) houve uma reunião em Brasília com representantes do MDIC, Embrapa, Associação Brasileira de Piscicultura PeixeBr e exportadores para verificar como a desoneração ocorrerá na prática. Com a medida, o produtor ganhará mais competitividade no preço do seu produto no mercado externo. As empresas associadas interessadas em ter essa isenção já podem fazer o cadastramento no site do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

    Segundo Manoel Xavier Pedroza Filho, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura responsável pelo estudo, a desoneração fiscal deve promover uma redução de até 26% nos custos com ração importada – insumo de maior impacto nos custos de produção. Se for comprada no mercado interno, a redução será de aproximadamente 10%. “Adaptamos a planilha desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves para a exportação de tilápia”, detalha ele.

    Pela planilha é possível saber a quantidade de insumos utilizados para produzir o volume que será exportado, possibilitando, assim, determinar o quantitativo de insumos que terão os impostos desonerados. “Estão incluídos os alevinos, a ração utilizada nas diferentes fases de crescimento do peixe e as vacinas”, afirma Pedroza. Se o produtor fabrica sua própria ração, estão especificados na planilha todos os ingredientes empregados na fabricação do produto.

    Atualmente os Estados Unidos são o maior importador de tilápias do Brasil, principalmente dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O drawback é utilizado em diversos produtos de exportação. Segundo dados do Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX, 22,7% dos 186 bilhões de dólares originários da exportação em 2016 foram por meio de drawback. No caso do alumínio bruto, por exemplo, as exportações por meio desse benefício fiscal atingiram 99,8% do volume total em 2014. No setor agropecuário, 58% das exportações de celulose foram por meio da desoneração fiscal. No caso da carne de frango, esse valor chega a mais da metade do total exportado: 67 %. Ano passado a tilápia rendeu ao Brasil U$ 4.700 mil do mercado externo. “Essa é mais uma conquista para a piscicultura brasileira e a Peixe BR orgulha-se de ter participado ativamente dessa negociação”, comemora o presidente da Associação, Francisco Medeiros.

    Fonte: Embrapa
    Por: Elisângela Santos
  • Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca autoriza 48 projetos de peixes de cultivo em águas da União

    Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca autoriza 48 projetos de peixes de cultivo em águas da União

    Apesar de ser um passo tímido para o desenvolvimento da produção de peixes de cultivo no Brasil, é um avanço a liberação de novas áreas para produção aquícola em propriedades nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros, há processos que aguardam a aprovação há quase uma década. “Os produtores que, finalmente, têm os registros aprovados podem iniciar o planejamento do seu projeto e, assim, contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva, garantindo investimento em todos os seus elos”, explica Francisco Medeiros.

    De acordo com a PEIXE BR, há cerca de três mil processos de licitações aguardando análise da SEAP. A demora no processo de liberação prejudica a atividade, cuja produção atual está aquém do seu potencial. Dados da própria Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca mostram que a capacidade de suporte dos reservatórios demandados para processos de áreas e parques aquícolas é de 3,9 milhões de toneladas/ano, equivalente a 5 vezes e meia a produção atual de peixes cultivados em todo o país.

    “A PEIXE BR cobra permanentemente as autoridades federais para acelerar a análise dos processos pendentes. Continuamos acompanhando o trâmite e observando os próximos passos dos órgãos responsáveis”, ressalta o presidente-executivo da entidade.

  • Tilápia é o peixe de cultivo preferido no Sudeste. Produção avança e consumo é o dobro da média nacional

    Tilápia é o peixe de cultivo preferido no Sudeste. Produção avança e consumo é o dobro da média nacional

    A Tilápia representa mais de 50% da produção brasileira de peixes de cultivo, sendo a espécie mais consumida no país, com demanda de cerca de menos de 2 kg/hab/ano. É pouco, mas o potencial de crescimento é imenso.

    A Tilápia está presente em todo o país e lidera a produção no Centro-Sul, incluindo o Sudeste. Nesta região, estima-se que o consumo seja pelo menos o dobro da média nacional devido à maior oferta, variedade de cortes e facilidade de encontrar em supermercados, feiras livres, restaurantes etc.

    De acordo com a Associação Brasileira de Piscicultura (PEIXE BR), em 2018 o Sudeste produziu 106 mil toneladas de Tilápia. São Paulo destaca-se, com 66 mil toneladas. “A assinatura do Decreto 62.243, que tornou o sistema de obtenção das licenças ambientais no estado mais ágil e acessível, simplificando, desburocratizando e baixando os custos é uma grande conquista dos piscicultores paulistas. A produção está espalhada pelo estado, com destaque para os reservatórios das Usinas Hidrelétricas dos rios Paraná, Paranapanema, Baixo Tietê e Médio Tietê”, explica Francisco Medeiros, presidente executivo da entidade.

    Iniciativas de fomento da atividade vêm sendo aplicadas com sucesso também no Espírito Santo, onde a tilápia também é destaque da produção. Em 2017, o estado avançou 11,1%, com 10,7 mil toneladas de Tilápia, segundo a PEIXE BR.

    “Os produtores capixabas investem cada vez mais em tecnologias para aumentar a produtividade. Um dos entraves é a dificuldade para obtenção da outorga de águas da União e liberação do licenciamento ambiental. Por outro lado, a difusão de conhecimento ajuda a profissionalizar a cadeia produtiva”, pontua Francisco Medeiros.

    No Rio de Janeiro, o cultivo de peixes ainda é modesto. A produção é de 3,7 mil toneladas de Tilápia, em 2017. Porém, o consumo per capita também é o dobro da média nacional, segundo a PEIXE BR. “Destaque ao potencial da atividade, que vem apostando no apoio aos pequenos piscicultores para diagnosticar os principais problemas e expandir a produção”, explica o presidente da PEIXE BR.

    Minas Gerais o crescimento mais consistente no ranking da produção de peixes, com destaque para a Tilápia, que atingiu 27.579 toneladas, em 2017. “Apesar do obstáculo da regularização aquícola, a atividade mantém o avanço, investindo em aperfeiçoamento para todos os elos da cadeia, como sanidade, cursos, capacitação e tecnologia”, detalha Francisco Medeiros.

    O presidente executivo da PEIXE BR ressalta que o mercado no Sudeste é altamente competitivo e também com grandes chances de crescimento da produção e do consumo. “A piscicultura como um todo e a Tilápia em particular têm grande potencial de crescimento no Sudeste devido à concentração populacional e à busca por alimentos de qualidade, saudáveis e com responsabilidade ambiental”, assinala o dirigente.

  • Benefício tributário para exportação de Tilápia e seus subprodutos

    Benefício tributário para exportação de Tilápia e seus subprodutos

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) comunica aos seus associados uma importante conquista para o ganho de competitividade da cadeia produtiva da Tilápia.

    O MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) aprovou o laudo técnico elaborado pela Embrapa Pesca e Aquicultura, a pedido da PEIXE BR, validando a prática do Drawback para a Tilápia e todos os seus subprodutos.

    Na prática, isso significa que as empresas exportadoras poderão adquirir, no mercado interno, todos os insumos necessários para produção, industrialização e comercialização de Tilápia e seus subprodutos sem incidência dos tributos federais (IR, IPI, PIS e Cofins). Esse benefício é variável, mas avaliação preliminar da PEIXE BR indica que ele supera os 5%.

    Importante: a isenção tributária é exclusiva para exportação de Tilápia e seus subprodutos e não vale para comercialização interna.

    As empresas associadas interessadas em ter essa isenção já podem fazer o cadastramento no site do MDIC.

    A PEIXE BR, os técnicos do MDIC e da Embrapa Pesca e Aquicultura terão reunião de trabalho no próximo dia 24.09.2018 sobre o assunto, porém o benefício já está disponível aos interessados.

    Essa é mais uma conquista para a Piscicultura brasileira e a PEIXE BR orgulha-se de ter participado ativamente dessa negociação.

    Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR)

  • Peixe BR participa do Diálogo com o Setor de Aquicultura – Construção da Política Pública Sanitária

    Peixe BR participa do Diálogo com o Setor de Aquicultura – Construção da Política Pública Sanitária

    O evento acontece nos dias 13 e 14 de setembro, em Brasília

     Promovida pela Coordenação de Animais Aquáticos (CAQ) do Departamento de Saúde Animal (DAS), a ação visa realizar debates entre autoridades sanitárias, pesquisadores, profissionais, órgãos de fomento, indústria e setor regulado acerca de temas de interesse da sanidade animal em aquicultura. Francisco Medeiros, presidente-executivo da Peixe BR, é um dos debatedores convidados ao lado do Prof. Dr. Fernando Ferreira, da USP, e Ronaldo Teixeira, Coordenador Geral de Planejamento e Avaliação Zoossanitária, do DSA/MAPA.

    “Os assuntos tratados são extremamente relevantes para o alinhamento e estabelecimento de políticas para o setor. Abordaremos temas como o desempenho do serviço veterinário oficial brasileiro, a compartimentação em aquicultura, o uso prudente de antimicrobianos na piscicultura e carcinicultura e o plano de contingência para tilápia lake vírus-TilV, entre outros.”, afirma Francisco Medeiros.

    Participantes: Departamento de Saúde Animal DSA/SDA/MAPA, Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários DFIP/SDA/MAPA, Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável DEPROS/SMC/MAPA, Auditores Fiscais Federais Agropecuários e Médicos Veterinários Estaduais que são pontos focais de saúde de animais aquáticos nos estados, professores e pesquisadores que atuam como colaboradores nas políticas públicas em sanidade aquícola, consultores FAO, Embrapa Pesca e Aquicultura, Rede Nacional de Laboratórios da Pesca e Aquicultura RENAQUA, Secretaria de Aquicultura e Pesca-SEAP/PR, Universidade de Brasília-UnB, Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, Associação Brasileira de Piscicultura – Peixe BR, Associação Brasileira de Criadores de Camarão e outros representantes setoriais.

    Associados da Peixe BR que estavam presentes: Piscicultura Por do Sol, MCassab, MSD, Biovet, Phibro e Aquaporto.