Autor: PeixeBR

  • Peixe BR na Seafood North America 2018

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) e as associadas Geneseas (SP), Peixe Brasil (GO), Tilabras (SP), Pescados Piracema (TO), Copacol (PR), Royal Fish (SP) e Friocenter (GO) representaram a piscicultura brasileira na Seafood North America (Sena), maior feira para promoção e comercialização de produtos do setor na América do Norte. O evento foi realizado entre 11 e 13 de março de 2018, em Boston, nos Estados Unidos.

    Participaram dessa edição da Sena cerca de 1.200 empresas de 40 países. Em 2017, os Estados Unidos e o Canadá compraram do Brasil mais de US$ 108 milhões de pescado, sendo os norte-americanos os maiores importadores do mundo. Em 2016, eles compraram mais de US$ 16,2 bilhões de dezenas de países. Já o Canadá importou, naquele ano, US$ 2 bilhões.

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) coordenou o pavilhão brasileiro na feira, apoiando a participação com estandes individuais, espaço coletivo, local para degustação, cozinha e área de depósito.

    “A Piscicultura nacional precisa conviver mais e se relacionar com empresas e instituições tradicionais, dos mais diferentes países. O Brasil está apenas iniciando na atividade, mas, reconhecidamente, tem enorme potencial para crescimento. Precisamos conhecer e aprender com a experiência deles. A Sena também é uma ótima oportunidade para apresentar os peixes cultivados do Brasil e a PEIXE BR, mostrando nossa força e confiança na atividade”, disse Francisco Medeiros, presidente executivo da entidade.

  • Peixe BR busca apoio político para Piscicultura voltar ao MAPA

    O presidente executivo da PEIXE BR, Francisco Medeiros, cumpriu agenda em Brasília, com foco na busca de apoio das lideranças politicas para o documento entregue ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi, que reivindica a volta da Piscicultura para o âmbito do MAPA.

    A primeira reunião foi com o Senador Cidinho Santos, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Francisco pediu o apoio para criar um ambiente político que permita a transferência da Piscicultura para o MAPA. O presidente executivo da PEIXE BR aproveitou para presentear o senador com o Anuário Brasileiro da Piscicultura 2018, que traz o mais recente levantamento de dados da atividade no país.

    Em seguida, Francisco Medeiros reuniu-se com o deputado federal Adilton Sachetti, do Partido Republicano Brasileiro. (PRB), partido que há muitos anos comanda a pasta da Pesca e Aquicultura.

    Durante a reunião, o presidente executivo da PEIXE BR mostrou a situação em que se encontra a Secretária de Aquicultura e Pesca (SAP) e os prejuízos que essa lentidão nos processos causa ao setor, incluindo a burocracia que trava o crescimento. O deputado também foi presenteado com um exemplar do Anuário. O deputado, que é da bancada do agro e produtor rural, interessou-se pela causa e pediu que a PEIXE BR o subsidie com mais informações para que ele possa ajudar o setor.

    No final da tarde, a última reunião do dia: com o Deputado Federal Carlos Eduardo Cadoca (PDT/PE), o Secretário Executivo da Secretária-geral da Presidência da República Joaquim Lima de Oliveira, a Secretária Executiva Adjunta Tatiana Lipovetskaia Palermo e o Chefe de Gabinete do Ministro da Secretaria Geral da Presidência Antonio Thomaz Lessa. O encontro foi no Gabinete da presidência da República, no Palácio do Planalto.

    Francisco Medeiros apresentou os dados de produção da Piscicultura nacional e explicou a grave situação em que se encontram os processos pendentes de cessão de uso das áreas aquícolas em águas públicas da União, e quanto a não liberação da cessão de uso  impacta o crescimento da atividade. A impressão geral é que os presentes concordaram que a SAP não tem condições de atender às demandas e o MAPA é o Ministério indicado para abrigar a Piscicultura.

    “Há um movimento de solução deste problema, que se estende há muitos anos. É fundamental que os associados da PEIXE BR que tenham contatos políticos, ajudem a cobrar pela mudança. Temos que intensificar essas ações para resolver está questão,” concluiu Francisco Medeiros.

  • Estudo da UFSCar revela ajustes cardiorrespiratórios em peixes

    Estudo inédito realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revelou que características, anteriormente consideradas evolutivamente novas e presentes apenas em mamíferos, estão presentes em peixe primitivo pulmonado, a Piramboia, encontrado no Pantanal brasileiro. O trabalho foi realizado por pesquisadores do Departamento de Ciências Fisiológicas (DCF) da UFSCar, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Birmingham University, além de pós-doutorandos do Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas (UFSCar/Unesp). O projeto contou com a coordenação de Cléo Costa Leite, docente do DCF da UFSCar, e com recursos do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Fisiologia Comparada (INCT FisComp).

    A principal descoberta do estudo foi a presença de mecanismos de interação cardiorrespiratória na Piramboia, comprovando que aspectos relacionados à variabilidade da frequência cardíaca (VFC), como a arritmia sinusal respiratória (ASR), são primitivos e estão presentes em um animal que está na base evolutiva dos tetrápodes (vertebrados com quatro membros e respiração pulmonar). “A Piramboia foi importante para o nosso trabalho porque ela apresenta algumas características semelhantes às de espécies ancestrais que deram origem aos vertebrados de respiração aérea, anfíbios répteis, aves e mamíferos”, relata Leite. 
    De acordo com o docente da UFSCar, a descoberta quebra um paradigma na investigação e nas tentativas de compreensão de fatores relacionados à ASR. A arritmia sinusal respiratória é um fenômeno de interações rápidas de comunicação entre pulmões e coração que geram uma variação da atividade cardíaca quando se inicia a respiração. Ou seja, a frequência cardíaca aumenta na inspiração e diminui na expiração, com o papel de melhorar a eficiência das trocas gasosas.

    Outro ponto de destaque do estudo, segundo Cléo Leite, é a forma como o fenômeno da ASR era investigado até então. “Por ser um ajuste complexo e rápido, a arritmia foi considerada algo recente evolutivamente, algo que estaria presente só em mamíferos e seria fruto de aprimoramentos na evolução do grupo. Foi sugerido que esse fenômeno seria importante para a melhoria de trocas gasosas nos pulmões, mas nada foi confirmado. Nós conseguimos comprovar esse papel de melhoria na Piramboia que tem arquitetura cardiovascular diferente dos humanos, por exemplo”, aponta o professor.

    A partir das revelações do estudo, as próximas etapas envolvem a descrição de alterações desse tipo de regulação em outros grupos de vertebrados e a compreensão das modificações que foram surgindo ao longo da evolução. Em paralelo, o grupo de pesquisadores pretende analisar um tipo de ajuste similar à ASR que ocorre em vertebrados de respiração aquática. 

  • Peixe BR no lançamento do Plano de Macrologística da Produção Agropecuária

    O presidente executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros, participou na quarta-feira (07.03), do lançamento do Plano de Macrologística, que visa auxiliar o escoamento da produção do agronegócio brasileiro. A cerimônia foi realizada na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em Brasília (DF).

    Segundo o ministro Blairo Maggi, a plataforma, chamada de Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária, será online (www.embrapa.br/macrologistica) e mostrará as melhores rotas e modais de transporte, indicando a origem, os caminhos e os destinos dos principais produtos da agricultura e da pecuária do Brasil.

    Desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a pedido do MAPA, o sistema pode produzir mais de 102 mil mapas para os 10 produtos (soja, milho, café, laranja, cana-de-açúcar, algodão, papel e celulose, aves, suínos e bovinos) que respondem por mais de 90% da carga da produção agropecuária nacional. Com isso, será possível gerar diversos relatórios e extrair desse big data informações assertivas para o planejamento estratégico do governo e do setor produtivo.

    A cadeia do peixe ainda não participa do sistema por falta de dados, mas com as informações do Censo Agropecuário 2017, que está sendo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e deve estar concluído em maio de 2018, espera-se que o peixe seja integrado ao Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária.

    A Peixe BR, ao longo de sua ações no ano, acompanhará e cobrará das autoridades a participação da Piscicultura no sistema de informações, pois acredita que esta ferramenta trará bons resultados para os produtores nacionais e possibilitará investimentos internacionais para a Piscicultura nacional.

  • Peixe BR cumpre agenda de reuniões em Brasília (DF)

    O presidente executivo Francisco Medeiros participou da primeira reunião para criação do Plano Nacional de Desenvolvimento da Indústria do Pescado. O objetivo é criar um programa de médio e longo prazos para o desenvolvimento da indústria de Pescado no país.

    Além da PEIXE BR, participaram da reunião representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), do Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe), do Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí (Sindipi), do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca) e da Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes).

    Francisco Medeiros também se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, para apresentar o Anuário Peixe BR da Piscicultura 2018, lançado no dia 19.02, em São Paulo. A publicação traz o mais recente levantamento de dados da Piscicultura brasileira.

    Francisco destacou a Novacki que, mesmo diante da instabilidade econômica e política de 2017, a Piscicultura brasileira teve crescimento de 8%, atingindo a marca de 691,7 mil t de peixes de cultivo. Desse total, 51,7% (mais de 357 mil toneladas) são de Tilápia, o que posiciona o Brasil como o 4º maior produtor de Tilápia do mundo.

    O dirigente da PEIXE BR aproveitou a ocasião e solicitou ao secretário executivo do MAPA pedido de apoio para o documento entregue ao ministro Blairo Maggi, que reivindica a liberação da exportação de peixes de cultivo para a União Europeia e a volta da Piscicultura para o âmbito do MAPA.

  • Peixe BR é membro da CS da Produção e Indústria do Pescado

    No dia 20 de fevereiro de 2018, o presidente executivo da PEIXE BR, Francisco Medeiros, representou a cadeia do peixe de cultivo na reunião que marcou a formação da Câmara Setorial da Produção e Indústria do Pescado, cujo objetivo principal é discutir os principais gargalos da indústria de processamento do pescado. O evento foi realizado na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em Brasília (DF).

    O presidente eleito da Câmara Setorial da Produção e Indústria do Pescado é o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), Eduardo Lobo.

    A Câmara está formada por instituições ligadas à pesca, muitas delas estaduais. Diante deste quadro e para manter o princípio da isonomia, a PEIXE BR solicitou a inclusão de instituições estaduais representativas da Piscicultura, filiadas à associação. A solicitação foi aceita e o presidente executivo Francisco Medeiros entrará em contato com todas as entidades estaduais filiadas formalizando o convite para participação da Câmara Setorial da Produção e Indústria do Pescado.

    Também será feito trabalho com os associados da cadeia da indústria de processamento de pescado para produzir documento com os principais gargalos atuais. Em princípio, esse pleito será entregue na primeira reunião Câmara Setorial, marcada para 3 de março de 2018.

  • Diretor da PEIXE BR, participa do programa internacional da Nuffield

    Mauro Tadashi Nakata, diretor da Piscicultura Cristalina e diretor financeiro da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), é um dos três brasileiros selecionados para participar do programa de treinamento da Nuffield International Farming Network, instituição sem fins lucrativos, de alcance global, que reúne líderes do agronegócio para trocar experiências sobre tecnologias e gestão de ponta. O foco de sua participação é a pesquisa de maneiras de acelerar o desenvolvimento da produção e da indústria da aquicultura no Brasil.

    O Grupo Bom Futuro (MT), também associado da PEIXE BR, é o patrocinador de Mauro no programa. Para José Maria Bortoli, sócio do Grupo Bom Futuro, a proposta da Nuffield contribui para o desenvolvimento da piscicultura e também para a capacitação de pessoas para liderar a atividade.

    Mauro Nakata participa do grupo de 78 selecionados para a edição 2018 do programa de vários países. Todos são profissionais com perfil de liderança, ávidos por conhecer novas formas de produção e administração, além de compartilhar os conhecimentos adquiridos. A programação inclui conferência na Holanda, rodada de viagens por diferentes países e regiões do planeta (primeiro em grupo e depois individualmente). No final do programa, os participantes apresentam relatório escrito e, a partir de suas interações em curso, divulgam seus aprendizados de modo a promover implementação de soluções no mercado brasileiro.

    A iniciativa global da Nuffield International Farming Network de capacitar empresários rurais e profissionais ligados ao agronegócio global é desenvolvida desde 1947. Além de Mauro Tadashi Nakata, o programa conta com Artur Falcette (Sapé Agropastoril, de MS) e Victor Monseff de Almeida Campos (Ribersolo, de SP). Veja os relatórios já disponíveis: http://www.nuffieldinternational.org/live/Reports

  • PEIXE BR quer Piscicultura no MAPA

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) reuniu-se no dia 16.02 com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Blairo Maggi. O encontro abordou dois temas muito importantes para o setor: a liberação para exportação de peixes de cultivo para a União Europeia e a volta da Piscicultura para o âmbito do MAPA.

    O presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros, argumentou que a Piscicultura é uma atividade do agronegócio que produz commodities, sendo que todas as questões de licenciamento, produção e processamento já são disciplinadas pelo MAPA. A comitiva da PEIXE BR também contou com o vice-presidente do Conselho Breno Davis (Geneseas), o diretor de Relações Institucionais Jules Bortoli (Bom Futuro), o membro do Conselho Juliano Kubitza (Royal Fish) e os associados Christian Becker (Netuno) e Marcelo Pauvels (Copacol).

    A diretoria da PEIXE BR pediu ao ministro apoio à reivindicação, argumentando que o setor está sendo prejudicado por falta de uma política mais especifica para os produtores de peixes de cultivo. Francisco Medeiros lembrou que a única atividade fora do MAPA é o licenciamento de cessão de águas para produção de peixes.

    Em documento entregue ao ministro Blairo Maggi, a entidade aponta que somente no período em que esteve no MAPA foram liberadas mais de 120 mil toneladas para a produção em áreas aquícolas de processos que estavam tramitando, correspondendo a 80% do total liberado desde 2009, quando foi criado o Ministério da Pesca.

    “É muito mais fácil que a atividade esteja integralmente no MAPA, porque a discussão acontece de forma vertical. Nos reunimos com a equipe técnica e com o próprio ministro para falarmos de todas as questões da cadeia produtiva. Além disso, fazemos parte da produção de proteínas animal. E toda proteína animal está vinculada ao MAPA”, argumentou Francisco Medeiros.

    A diretoria da PEIXE BR também solicitou posicionamento do MAPA sobre a reabertura das exportações de peixes de cultivo para a União Europeia. O ministro infirmou que para a UE não há diferença entre peixe de cultivo e extrativo. “Argumentamos a importância da separação dos setores, pois são organizações de produção diferentes e não podemos ficar atrelados aos problemas da pesca para comercialização de nossos produtos”, destaca Francisco.

  • Livro da Apta sobre cálculo do custo de produção em tanques-rede

    Para auxiliar os piscicultores a aumentarem sua renda e sua agregar valor, o livro “Planilhas para Cálculo do Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede” foi elaborado pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A obra custa R$ 40.

    O trabalho tem por objetivo munir os profissionais e produtores da área de um instrumento simples, além de prático, para análises técnicas e econômicas que envolvem a criação de peixes em tanques-rede. Para isto, foi elaborado um programa que serve para analisar projetos novos e em andamento quanto a sua rentabilidade.

    O programa é um arquivo denominado Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede, desenvolvido com a “Planilha eletrônica Excel” e apresenta 13 pastas distintas para entrada de dados e execução dos cálculos, sendo: Introdução, Informações da propriedade, Investimentos nos tanques-rede, Investimento na estrutura de fixação, Investimento em equipamentos e acessórios, Outros investimentos, Resumo dos investimentos, Cálculo do custo de produção, Cálculo da receita bruta, Resumos das receitas e custos, Indicadores técnicos e econômicos.

    O livro é de autoria de Luiz Marques da Silva Ayroza, Jorge de Matos Casaca, Maria Inez Espagnoli e Geraldo Martins. Ele pode ser adquirido pelo e-mail: consultoria@fundag.br ou pelo telefone: 19 – 3739-8035