Autor: PeixeBR

  • PEIXE BR apoia BRS Aqua, projeto de pesquisa voltado à infraestrutura da cadeia da produção de Tilápia e Tambaqui

    PEIXE BR apoia BRS Aqua, projeto de pesquisa voltado à infraestrutura da cadeia da produção de Tilápia e Tambaqui

    A iniciativa terá duração de quatro anos e envolve investimentos de R$ 57 milhões

    A aquicultura brasileira caminha para o desenvolvimento de todo o seu potencial produtivo, agora com a realização do maior projeto de pesquisa da atividade já realizado no país. O BRS Aqua envolve 22 centros de pesquisas, 50 parceiros públicos e 11 empresas privadas. Trata-se de um marco em investimentos no tema, fruto da parceria entre Embrapa, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a atual Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, ligada à Presidência da República, (SEAP).

    O objetivo da pesquisa científica é oferecer infraestrutura para atender às demandas da aquicultura nacional. O projeto focará na pesquisa do Tambaqui (Colossoma macropomum) e da Tilápia (Oreochromis niloticus), espécies que com grande demanda e alta possibilidade de crescimento econômico. O Camarão (Litopenaeus vannamei) e o Bijupirá (Rachycentron canadum) também serão focos do estudo.

    Francisco Medeiros, diretor presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), reforça a importância de projetos como esse para o setor. “Estamos acompanhando a elaboração dessa proposta desde 2015. Trata-se de um setor carente de soluções que ofereçam melhor competitividade”, explica. O investimento no projeto é de R$ 57 milhões, sendo R$ 45 milhões financiados pelo banco estatal, R$ 6 milhões pela Embrapa e os outros R$ 6 milhões pela Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP).

    Na área de genética, o destaque é o Tambaqui, que será beneficiado pela geração de informações científicas e tecnológicas que contribuam diretamente para a redução na mortalidade de alevinos, maior resistência a doenças, melhoria das taxas de crescimento e, consequentemente, aumento da produção.

    Atualmente, o setor faz uso do germoplasma, unidade que conserva o material, mas não possui melhoramento genético, prejudicando o desenvolvimento e a adaptação da espécie a sistemas intensivos de cultivo. O projeto busca organizar o germoplasma já aprimorado de Tambaqui na Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas, TO), possibilitando futuros investimentos públicos ou privados em melhoramento genético.

    Outro ponto de destaque da pesquisa será a nutrição, já que atualmente os produtores de Tambaqui e Tilápia gastam mais do que o necessário para engordar os animais. A nutrição representa mais de 60% do custo total da produção e precisa ser feita de forma eficaz para trazer retorno ao investimento. Para isso, a pesquisa avaliará as particularidades de cada espécie e também de cada fase do crescimento (larva, engorda e abate), a fim de produzir protocolos alimentares que atendam às criações tanto em viveiros como em tanques-rede, protegendo a saúde dos animais, melhorando seu nível zootécnico e evitando o desperdício de ração.

    “No Brasil, temos grandes pesquisadores em aquicultura. No entanto, observamos baixa utilização de tecnologias geradas por essas instituições de pesquisa. Expandir a produção com responsabilidade e sustentabilidade é uma das prioridades da Peixe BR e seus associados, pois assim teremos uma cadeia produtiva cada vez mais forte. A execução do projeto é uma grande oportunidade para desenvolver soluções que promovam o crescimento contínuo da atividade”, destaca Francisco Medeiros.

  • Suspensão da venda de pescado para as redes Assaí e Walmart em SP impacta piscicultura

    Suspensão da venda de pescado para as redes Assaí e Walmart em SP impacta piscicultura

    Duas das principais redes varejistas de supermercados do país, Assaí e Walmart,  não receberão mais peixes sem o RGP (Registro Geral de Pesca).  A decisão foi tomada pelo Ibama, que proibiu a venda dos produtos após as redes não apresentarem o RGP dos produtos disponíveis para venda.

    No dia 05/07, o diretor presidente da PEIXE BR, Francisco Medeiros, reuniu-se com o diretor de Aquicultura da Secretaria Especial Aquicultura e Pesca (SEAP), João Crescêncio, e com o diretor de Monitoramento e Controle da entidade, Carlos César, para elaborar medidas emergenciais que garantam a estabilidade de toda a cadeia do peixe de cultivo em decorrência dessa decisão.

    “Temos que nos manter unidos e fortalecidos diante de situações emergenciais como esta. A rapidez em encontrar soluções para as empresas e os produtores é fundamental, pois é nosso dever defender quem atua na atividade, oferecendo ferramentas que propiciem o contínuo desenvolvimento da piscicultura”, pontua Francisco.

    A PEIXE BR solicitou à SEAP a elaboração de portaria suspendendo a obrigatoriedade do RGP. Enquanto isso, as empresas que precisam encaminhar seus produtos e que tenham pendências na emissão do RGP serão atendidas por uma equipe especialmente criada para esse momento, formada por técnicos do Departamento de Registro e de Aquicultura da SEAP, que analisarão os processos e emitirão imediatamente o RGP definitivo.

    De acordo com Francisco Medeiros, o RGP foi criado para garantir a rastreabilidade e gerar dados de produção para o antigo Ministério da Pesca e Aquicultura, mas por  falta de estrutura  da instituição isso nunca chegou a acontecer.  “Hoje é apenas uma peça burocrática que impacta o desenvolvimento da atividade, e não afeta em nada a garantia de segurança e qualidade dos produtos.”, explica.

  • GAF18 debate os desafios da agricultura mundial

    GAF18 debate os desafios da agricultura mundial

    Maior evento do agronegócio mundial será realizado em São Paulo entre os dias 23 e 24 julho

    Segurança e qualidade alimentar, geração de energia, mudanças climáticas, comércio internacional, crescimento da demanda global de alimentos e capacidade produtiva são alguns dos temas presentes no maior palco de discussões globais sobre o agronegócio, o Global Agribusiness Forum (GAF18), que chega à sua 4ª edição, em São Paulo. O evento será realizado entre os dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel.

    Com o tema “A ciência do campo a serviço do planeta: A ação é agora”, o GAF18 apresentará debates e palestras sobre o agronegócio mundial, buscando soluções para os desafios enfrentados no desenvolvimento socioeconômico global e propondo um futuro seguro para a cadeia agrícola do planeta, além de preservar o meio ambiente.

    A head speaker do evento será Pam Johnson, presidente da Maizall, aliança internacional de milho formada por Argentina, Brasil e Estados Unidos. Johnson é uma grande defensora das questões agrícolas e de desenvolvimento econômico rural em nível internacional. Foi presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho (National Corn Growers Association, em inglês) e trabalhou em questões de política agrícola, incluindo a aprovação da lei agrícola americana de 2014.

    O encontro reunirá importantes líderes mundiais do agronegócio, cientistas e pesquisadores, dos setores público e privado, para discutir os temas mais relevantes da agricultura e do agronegócio mundial. Estão confirmados nomes como Roberto Jaguaribe, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil); Alan Jorge Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil; Maurício Antônio Lopes, presidente da Embrapa; Paulo Herrmann, presidente da John Deere, Fernando Galletti de Queiroz, CEO da Minerva; Márcio Félix, secretário executivo do Ministério de Minas e Energia; Jason Clay, vice-presidente sênior, mercados e alimentação do World Wildlife Fund (WWF), entre outros.

    O fórum também colocará em pauta o futuro do agronegócio, levantando temas como erradicação da fome mundial, a utilização de água e solo no cultivo, o consumo de proteína direcionando a expansão agrícola e a bioeconomia. Entre as novidades do mercado agrícola serão discutidos casos mundiais de fazendeiros de sucesso, a conexão, colaboração e globalização da agricultura, políticas públicas, negociação multilateral e bilateral, a revolução das máquinas, a resolução de conflitos pelas organizações internacionais, o uso de big data, a 4ª revolução industrial, sensoriamento remoto, o acordo do clima, as perspectivas de longo prazo e o papel da mídia para o agronegócio.

    As edições anteriores do GAF receberam personalidades como o presidente Michel Temer; o ex-governador de São Paulo e candidato à presidência, Geraldo Alckmin; o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo; o governador de Mato Grosso, Pedro Taques; o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi; o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevêdo e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore.

    O GAF 2018 é realizado em conjunto pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e a DATAGRO.

  • Piscicultura tem regras próprias no Plano Safra 2018/2019

    Piscicultura tem regras próprias no Plano Safra 2018/2019

    A Piscicultura conquistou atenção especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, que vale entre 1º de julho de 2018 e 30 de junho de 2019.

    A atividade tem política específica nos itens Custeio Agrícola e Pecuário e Custeio para Piscicultura explorada sob regime de Integração. No primeiro caso, os produtores que tiveram renda de até R$ 1,5 milhão têm juros anuais de 6% no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Para os demais programas, os produtores com receita de até R$ 3 milhões têm juros de 7% ao ano.

    No caso do Custeio para Piscicultura explorada sob regime de Integração, o limite é de R$ 200 mil para agroindústrias e de R$ 500 mil para cooperativas.

    “Ser contemplada com regras próprias no Plano Safra 2018/2019 é uma conquista da Piscicultura brasileira, uma atividade jovem, porém em expansão e com muito potencial de crescimento. A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) também se sente vitoriosa pelo intenso trabalho de aproximação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, ressalta Francisco Medeiros, presidente-executivo da entidade.

    Medeiros informa que outras recentes conquistas da Piscicultura junto ao MAPA têm de ser comemoradas. É o caso da participação da atividade em missões e feiras internacionais e também em ações para o aumento das exportações de peixes de cultivo e seus subprodutos.

  • Peixe Br entrega ofício de agradecimento ao secretário-executivo do MAPA

    Peixe Br entrega ofício de agradecimento ao secretário-executivo do MAPA

    O Presidente do Conselho Administrativo da Peixe BR, Ricardo Neukirchner, entregou um ofício de agradecimento ao secretário-executivo do MAPA, Eumar Novacki, devido ao seu apoio e empenho à solicitação da associação. Abaixo o conteúdo do ofício:

    “Prezado Secretário,
    A PEIXE BR (Associação Brasileira da Piscicultura), instituição que engloba todos as empresas da cadeia produtiva da piscicultura, vem agradecer o empenho desta secretária na condução do processo de emissão dos certificados sanitários de exportação de pele de Tilápia para União Europeia. Sabemos que o processo esta sendo analisado pelo organismo de sanidade da União Europeia, mas o MAPA desempenhou o seu papel de regulatório da sanidade aquícola brasileira.”

    O secretário deu início às tratativas para a liberação da exportação da pele de tilápia para a União Européia.

  • Peixe BR se reúne com a Embrapa em Brasília

    Peixe BR se reúne com a Embrapa em Brasília

    A PEIXE BR foi recebida na Embrapa Brasília por Celso Luiz Moretti (Diretor Executivo) e os assessores Evandro V. Holanda Junior e Ruy Rezende Fontes.

    Durante a reunião a entidade reforçou o apoio ao Centro da Embrapa de Pesca e Aquicultura e Pesca.

    Além disso, a Peixe BR sugeriu que qualquer trabalho que um profissional da Embrapa for desenvolver na área de aquicultura, este deve fazer parte de um projeto nacional coordenado pelo Centro Nacional de Pesca e Aquicultura, para que não exista duplicação, triplicação de esforços e principalmente desperdício de recursos públicos.

    Desta forma qualquer pequena ação em qualquer parte do Brasil, soma nos esforços de gerar competitividade ao setor de aquicultura. Foi solicitado a Embrapa que as ações de pesquisa e desenvolvimento sejam para toda a cadeia produtiva, independente se são pequenos, médios e grandes produtores e um realinhamento do projeto estruturante da aquicultura financiado pelo BNDES que atenda a realidade atual de nossa piscicultura.

  • Empresas de Piscicultura da Noruega avaliam investimentos no Brasil

    Empresas de Piscicultura da Noruega avaliam investimentos no Brasil

    Quatro empresas da cadeia de produção e uma consultoria estratégica da Noruega visitaram projetos de Piscicultura do Brasil no início de junho para avaliar possíveis investimentos e/ou parcerias no país. Essa iniciativa é o desdobramento do fórum Noruega-Brasil realizado em novembro de 2017 pela Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Consulado da Noruega no Brasil e Innovation Norway, instituição estatal de fomento de negócios internacionais.

    “A Noruega é um país-referência em Aquacultura e tem muito a contribuir com a Piscicultura brasileira, especialmente em termos de tecnologias no sistema de produção e logística”, explica Francisco Medeiros, presidente executivo da PEIXE BR, que acompanhou as visitas ao Grupo Âmbar Amaral (Santa Fé do Sul, SP) e às empresas Aquafeed (Aparecida do Taboado, MS), Geneseas (Aparecida do Taboado, MS) e Bom Futuro (Cuiabá).

    Participaram da visita técnica a empresas brasileiras a Amof, especializada em processamento de rações para peixes, a Bjordal, indústria de equipamentos para Piscicultura, a Stranda Prolog, de soluções logísticas, a Pharmaq, de produtos veterinários e parte da Zoetis, e a consultoria estratégica Segel.

    “Os noruegueses gostaram muito do que viram. Eles confiam no potencial de crescimento da Piscicultura brasileira em termos de volume e de produtividade. Dessa forma, analisam investimentos e parcerias no país. Além disso, eles vivenciaram todos os desafios que nós estamos enfrentando e podem nos apontar caminhos mais curtos para o desenvolvimento”, entende Breno Davis, vice-presidente do Conselho de Administração da PEIXE BR e CEO da Geneseas.

    Para Eduardo Amorim, membro do Conselho de Administração da PEIXE BR e diretor da Aquafeed, essa troca de informações é um ganho muito grande para a Piscicultura brasileira. “É importante receber sugestões técnicas e conhecer de perto as diferentes realidades. Especialmente porque a atividade está em crescimento no nosso país e precisamos evoluir em tecnologia e eficiência”.

    Ramon Amaral, diretor do Grupo Âmbar Amaral, está otimista com a aproximação com um país líder em Aquacultura e já se programou para visitar a feira Nurfishing, em agosto, na Noruega. “Essa troca de conhecimentos é extremamente relevante para a Piscicultura brasileira”, diz.

    O próximo passo da aproximação dos dois países é a ida de uma missão técnica da PEIXE BR e empresas associadas à Noruega, com apoio da Innovation Norway, para conhecer empresas de tecnologia, logística e produção e participar da feira Nurfishing, de 19 a 23 de agosto de 2018. Também está programado para novembro um novo fórum entre Brasil e Noruega voltado para negócios.

  • Comunicado da Peixe BR sobre o momento no País

    Comunicado da Peixe BR sobre o momento no País

    A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), entidade que reúne, defende e fomenta a cadeia produtiva dos peixes cultivados no Brasil, expressa sua extrema preocupação com o atual momento de desabastecimento dos insumos básicos para a criação e perdas de peixes frescos nas rodovias, devido à paralisação dos caminhoneiros e seus desdobramentos.

    Neste momento, mais de 1 milhão de pessoas ligadas diretamente à cadeia da piscicultura estão com seus negócios, empregos e sustento em risco.

    Peixe é uma proteína viva e, portanto, perecível. Peixe precisa de ração para sobrevivência. A demora na conclusão das negociações impacta diretamente a criação, causando mortalidade e paralisando a cadeia produtiva, incluindo as fábricas de rações e os frigoríficos.

    O peixe tem um longo ciclo de vida. O prejuízo de hoje somente será equacionado em alguns meses, o que significa mais problemas para a cadeia produtiva, eventual desabastecimento de algumas espécies e em determinadas regiões, com claros prejuízos aos produtores e aos consumidores.

    Nesse momento de extrema relevância para o país, salta aos olhos a falta de sensibilidade e de habilidade dos governantes federais e estaduais na administração rápida e eficaz do movimento. E o país sofre com isso.

    Somos contra a abusiva carga tributária, que está no cerne da greve dos caminhoneiros e que, por extensão, prejudica toda a economia brasileira.

    A PEIXE BR indigna-se contra o excesso de impostos e taxas e é contra a reoneração da folha de pagamento e a fixação de preços mínimos de frete, que vão provocar mais custos e perda de competitividade da piscicultura brasileira.

    Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR)

  • Peixe BR consegue a liberação da Pele de Tilápia para UE

    Peixe BR consegue a liberação da Pele de Tilápia para UE

    Peixe BR fez um trabalho árduo no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), solicitando a liberação das exportações do pescado de cultivo para a União Europeia, que estavam suspensas desde o dia 26 de dezembro de 2017, afetando 100% das exportações dos associados para União Europeia.

    A suspensão aconteceu em função de problemas encontrados nos barcos pesqueiros, e por precaução o MAPA suspendeu também todos os produtos da pesca e aquicultura. Durante este período a Peixe BR fez diversas ações junto ao MAPA para confirmar que a Piscicultura não apresenta nenhum problema sanitário e que, por conta disso, não pode ser penalizada pela suspensão dos embarques.

    Devido à negativa do MAPA, sobre o pedido de liberação da exportação do pescado de cultivo para UE, alegando que peixe de cultivo e da pesca é o mesmo pescado, a Peixe BR fez na última reunião da entidade com o secretário-executivo do MAPA, Eumar Novacki, a solicitação da liberação da exportação da pele tilápia, tendo como base a argumentação que a pele exportada pelo associado da Peixe BR não é destinada ao consumo humano.

    Com base nesse argumento, o secretário concordou com e iniciou tratativas para a liberação das exportações de peles de tilápia para a União Europeia, levando a pauta para discussão na Secretária Executiva, no dia 11/05 onde foi aprovada a liberação das exportações de peles de tilápia para a União Europeia.

    No dia 15/05 foi emitida a documentação que será encaminhada as superintendências responsáveis pelo tema, para que as mesmas tenham o poder de emitir os certificados sanitários de exportação de pele de tilápia.

    Espera-se que, com essa ação, voltaremos, em 150 dias, a exportar o produto oriundo da piscicultura para União Europeia. Ao final deste processo o setor demonstra para o MAPA o quanto está organizado e atuante em prol do desenvolvimento da cadeia.